Neste vídeo mostramos a tentativa frustrada do Juventus de obter patrocínio da cervejaria Antarctica e a solução para tampar a marca da bebida nas camisas.
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sexta-feira, 27 de novembro de 2020
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Aprecie com moderação
Já mostramos aqui no blog duas camisas usadas no Campeonato Paulista de 1997 com o patrocínio da cerveja Antarctica (aqui e aqui).
Mostramos agora outra camisa interessante, dessa mesma fase.
Por alguma razão o Juventus foi proibido de exibir a marca de uma bebida alcoólica na camisa. A solução para a camisa não ficar com um espaço em branco foi preenchê-lo com o próprio nome do clube.
Ficou assim:
Mostre você também sua camisa do Juventus e conte sua história! Escreva para hamilton@juventus.com.br
Mostramos agora outra camisa interessante, dessa mesma fase.
Por alguma razão o Juventus foi proibido de exibir a marca de uma bebida alcoólica na camisa. A solução para a camisa não ficar com um espaço em branco foi preenchê-lo com o próprio nome do clube.
Ficou assim:
Mostre você também sua camisa do Juventus e conte sua história! Escreva para hamilton@juventus.com.br
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Se beber, não jogue
Já mostrei no Manto Juventino há algum tempo uma camisa da minha coleção usada no Paulistão e na Série C de 1997 e patrocinada pela cervejaria Antarctica (relembre clicando aqui).
Comentei que aquela camisa tinha como particularidade o fato de o patrocínio ter sido vetado por alguma razão e coberto por um pano, escrito "Juventus".
Pois agora o amigo Marcello Martini Junior mostra uma preciosidade que pertence ao seu avô: a camisa branca daquele ano - e com o patrocínio coberto! A camisa, utilizada por um jogador reserva do Moleque Travesso, possui este curioso detalhe que a torna uma peça rara.
É pelo avesso dessa bela peça que se vê o patrocínio original da Antarctica, oculto por algum motivo que ainda não sabemos mas, provavelmente relacionado a alguma proibição de publicidade de bebidas alcoólicas.
Detalhe da faixa costurada no uniforme.
Agradecemos ao Marcello pelas fotos enviadas e desejamos que ele cuide muito bem desta camisa, que é difícil de se ver.
Se você tiver camisas do Juventus e quiser mostrar para nós e contar a sua história, mande um email para hamilton@juventus.com.br.
E todas as vezes que adentrar ao templo sagrado da Rua Javari, vista grená.
Comentei que aquela camisa tinha como particularidade o fato de o patrocínio ter sido vetado por alguma razão e coberto por um pano, escrito "Juventus".
Pois agora o amigo Marcello Martini Junior mostra uma preciosidade que pertence ao seu avô: a camisa branca daquele ano - e com o patrocínio coberto! A camisa, utilizada por um jogador reserva do Moleque Travesso, possui este curioso detalhe que a torna uma peça rara.
É pelo avesso dessa bela peça que se vê o patrocínio original da Antarctica, oculto por algum motivo que ainda não sabemos mas, provavelmente relacionado a alguma proibição de publicidade de bebidas alcoólicas.
Detalhe da faixa costurada no uniforme.
Agradecemos ao Marcello pelas fotos enviadas e desejamos que ele cuide muito bem desta camisa, que é difícil de se ver.
Se você tiver camisas do Juventus e quiser mostrar para nós e contar a sua história, mande um email para hamilton@juventus.com.br.
E todas as vezes que adentrar ao templo sagrado da Rua Javari, vista grená.
segunda-feira, 14 de março de 2011
1997 - Paixão Nacional
Em 1997, o Juventus disputou o Campeonato Paulista com uma bela camisa que anunciava a companhia Antarctica, indústria de cervejas e refrigerantes que se localizava no bairro da Mooca.
Ouvi uma versão de que a marca foi estampada de graça pelo Moleque Travesso, como forma de tentar seduzir a empresa a investir dinheiro com patrocínio ao clube. No entanto, me parece um tanto estranho esse procedimento.
O mais provável é que tenha sido uma espécie de permuta, já que a Antarctica fizera uma série de benfeitorias no estádio da Rua Javari, sendo a mais vistosa delas um enorme totem com o logotipo da empresa e a indicação do estádio, que deixou a vista da Rua Javari muito semelhante à entrada de uma churrascaria de beira-de-estrada. Além desta placa gigante, o estádio fora completamente decorado por dentro com publicidade da cervejaria.
Se não foi permuta, nem graciosidade do Juventus, então foi um patrocínio normal, mesmo.
Durante a competição, porém, o patrocínio da Antarctica foi coberto por uma faixa branca com a inscrição "Juventus".

A camisa daquele Paulistão tem o escudo emborrachado e o tecido e o corte é muito semelhante ao da camisa do São Paulo da época, fabricada pela Adidas.
Nas costas, o ponto fraco é a horrorosa bola branca na qual o número era estampado. Influência, talvez, da Umbro, que tinha esse desenho naquele tempo. Por conta do corte raglan das mangas, o número era deslocado praticamente para a barra da camisa, e se o jogador a pusesse para dentro do calção, tornaria o número invisível.
A fabricante do uniforme era a confecção Única Forma, que estampava a marca UFSport.
Ouvi uma versão de que a marca foi estampada de graça pelo Moleque Travesso, como forma de tentar seduzir a empresa a investir dinheiro com patrocínio ao clube. No entanto, me parece um tanto estranho esse procedimento.
O mais provável é que tenha sido uma espécie de permuta, já que a Antarctica fizera uma série de benfeitorias no estádio da Rua Javari, sendo a mais vistosa delas um enorme totem com o logotipo da empresa e a indicação do estádio, que deixou a vista da Rua Javari muito semelhante à entrada de uma churrascaria de beira-de-estrada. Além desta placa gigante, o estádio fora completamente decorado por dentro com publicidade da cervejaria.
Se não foi permuta, nem graciosidade do Juventus, então foi um patrocínio normal, mesmo.
Durante a competição, porém, o patrocínio da Antarctica foi coberto por uma faixa branca com a inscrição "Juventus".

A camisa daquele Paulistão tem o escudo emborrachado e o tecido e o corte é muito semelhante ao da camisa do São Paulo da época, fabricada pela Adidas.
Nas costas, o ponto fraco é a horrorosa bola branca na qual o número era estampado. Influência, talvez, da Umbro, que tinha esse desenho naquele tempo. Por conta do corte raglan das mangas, o número era deslocado praticamente para a barra da camisa, e se o jogador a pusesse para dentro do calção, tornaria o número invisível.
A fabricante do uniforme era a confecção Única Forma, que estampava a marca UFSport.
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