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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

A história das estrelas na camisa do Juventus

O que significam as estrelas na camisa do Juventus? Vamos conhecer um pouco dessa história no vídeo de hoje

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

Camisas do Juventus do Cartelão de Ouro

Neste vídeo, mostramos duas camisas patrocinadas pelo Cartelão de Ouro, primeiro patrocinador do Juventus

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Adidas não é tudo igual (4)

 Conheça detalhes das camisas do Juventus feitas pela Adidas nos anos 80 e conheça diferenças entre elas!

Na última parte da série, apresentamos 3 camisas de anos diferentes, todas com o número 15 às costas.

 

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Adidas não é tudo igual (1)

 Conheça detalhes das camisas do Juventus feitas pela Adidas nos anos 80 e conheça diferenças entre elas. 

Na primeira parte deste especial, duas camisas 10 com pequenos detalhes que as diferenciam.

quinta-feira, 18 de março de 2021

Camisas lado a lado: União Soviética e Juventus

 Dá para comparar uma camisa grená do Juventus com uma da extinta URSS? Colocamos dois modelos clássicos Adidas lado a lado para observar as suas semelhanças.

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Adidas não é tudo igual - 1979, 1983 e 1985

 Neste vídeo vamos apresentar três modelos Adidas utilizados pelo Juventus em 1979, 1983 e 1985, destacando as diferenças entre eles.


terça-feira, 15 de setembro de 2020

BR As duas camisas da final da Taça de Prata de 1983

 

Em 1983 o Juventus foi campeão brasileiro ao vencer o CSA na final da Taça de Prata. Na final, o Moleque Travesso usou duas camisas diferentes, cada uma num dos tempos do jogo. É isso o que mostramos neste episódio do Manto Juventino.

 

 

 

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

A camisa Cartelão de Ouro do Juventus


 

 

Em 1983, o Juventus, após conquistar a Taça de Prata, equivalente ao Campeonato Brasileiro Série B da época, utilizou uma camisa comemorativa, introduzindo uma estrela prateada sobre o distintivo. Essa também foi a primeira camisa do Moleque Travesso a trazer um patrocínio.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Taça de Prata - O VÍDEO

O Portal da Mooca publicou o vídeo com melhores momentos e a festa do título da Taça de Prata de 1983!

Confiram que o Juventus jogou o primeiro tempo com a camisa Adidas de gola e punhos brancos e o segundo tempo com a camisa de gola e punhos grenás, mais tradicional da marca alemã

Também notem os meiões brancos. Na época da Adidas o Juventus pouco usava os meiões grenás

A arquibancada antiga do estádio Alfredo Schürig (Parque São Jorge), do Corinthians, não pode deixar de ser lembrada. Muito parecida com a Javari, com seu telhadinho em estilo inglês, ela seria demolida anos depois para construção de uma arquibancada maior.

A narração é de Zé Italiano e a transmissão da TV Gazeta, canal 11

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Especial: os 30 anos da Taça de Prata



Trinta anos atrás, um chute de Paulo Martins percorreu a distância penal de onze metros, balançou a rede do arqueiro Adeildo do CSA, fez a festa explodir no Parque São Jorge e, dali, contagiar todo o bairro da Mooca.

Foi no dia 3 de maio de 1983, uma terça-feira, que o Juventus conseguiu sua maior conquista futebolística. Um título nacional, num torneio organizado pela CBF, de forma incontestável, sem asterisco nem nota de rodapé.

O Campeonato Brasileiro daquele tempo tinha um regulamento bem diferente. Os times se organizavam em três divisões, as Taças de Ouro, de Prata e de Bronze, de acordo com o desempenho no ano anterior e também nos campeonatos estaduais. O Juventus fez bem a lição-de-casa em 1982 e, por isso, se habilitou a disputar o torneio na primeira divisão, ou seja, a Taça de Ouro, como representante do Estado de São Paulo.

A Taça de Ouro começava a ser disputada com 40 clubes, divididos em 8 grupos com 5 times em cada. Na primeira fase, os times jogavam entre si nos grupos, em turno e returno. O último colocado de cada grupo era eliminado. O quarto colocado de cada grupo ia para uma repescagem e, destas equipes, as quatro primeiras sobreviveriam na competição. E as quatro últimas se despediam do campeonato.

Todos estes times desclassificados na primeira fase e na repescagem não ficavam abandonados esperando a temporada seguinte. Eles ingressavam na Taça de Prata, que já estava em andamento em uma fase classificatória. Dessa forma, o torneio, hoje equivalente à Série B, inchava, tendo a participação de 48 equipes.

O Juventus caiu na repescagem da Taça de Ouro com 1 vitória, 3 empates e 4 derrotas. Anotou 5 gols e sofreu 10. Na Taça de Prata, entrou em pleno mata-mata, jogos de ida e volta. Esta foi a campanha do Moleque Travesso:

Terceira Fase
13/03/1983 - Juventus 3 x 1 Itumbiara/GO
20/03/1983 - Itumbiara/GO 1 x 1 Juventus

Quarta Fase
27/03/1983 - Galícia/BA 2 x 3 Juventus
02/04/1983 - Juventus 2 x 1 Galícia/BA

Quinta Fase (semifinal)
10/04/1983 - Joinville/SC 0 x 0 Juventus
17/04/1983 - Juventus 2 x 1 Joinville/SC

Chegaram à grande final Juventus e CSA de Alagoas. O regulamento previa, novamente, a disputa em partidas de ida e volta. A primeira em Maceió e a segunda em São Paulo. Em caso de igualdade, uma partida de desempate deveria ser disputada no mesmo local do segundo jogo.

Final - jogo 1
24/04/1983 - CSA/AL 3 x 1 Juventus
Local: Estádio Rei Pelé, Maceió/AL
Público: 14.765 Renda: Cr$ 5.707.400,00
Árbitro: Carlos Sérgio Rosa Martins
Gols: Rômel, 41’ do 1º tempo, Zé Carlos 18’, Josenílton 31’e Ilo 41’ do 2º tempo
Cartão Amarelo: Rômel, Café, Dequinha, Josenílton e Nelsinho
CSA: Adeildo; Humberto, Café, Dequinha e Zezinho; Ademir, Rômel (Josenílton, 23’ do 2º tempo) e Jorge Siri; Américo, Zé Carlos (Veiga, 35’ do 2º tempo) e Jacozinho. Técnico: China
Juventus: Carlos; Nelson, Nelsinho, Nenê e Bizi; Paulo Martins, Gatãozinho (Gerson Andreotti, 20’ do 2º tempo) e César; Sidnei, Bira (Ilo, 20’ do 2º tempo) e Trajano. Técnico: Candinho

Final - jogo 2
01/05/1983 - Juventus 3 x 0 CSA/AL
Local: Estádio Alfredo Schürig (Parque São Jorge), São Paulo/SP
Público: 2.467 Renda Cr$ 1.283.150,00
Árbitro: Arnaldo César Coelho
Gols: Gatãozinho, 7’ do 1º tempo, Bira, 33’ e Trajano 37’ do 2º tempo
Cartão amarelo: Deodoro e Paulo Martins
Juventus: Carlos; Nelson, Deodoro, Nelsinho e Cardoso (Nenê, 32’ do 1º tempo); Paulo Martins, César e Gatãozinho; Sidnei, Ilo (Bira, 32’ do 2º tempo) e Trajano. Técnico: Candinho
CSA: Adeíldo; Humberto, Café, Dequinha e Zezinho; Ademir, Jorginho e Rômel (Josenílton, 30’ do 2º tempo); Américo, Zé Carlos e Jacozinho. Técnico: China

Se existisse na época o tal do placar agregado ou a regra do gol fora de casa, o Juventus teria faturado o caneco já no segundo jogo, disputado no estádio do Corinthians num domingo à noite. Mas a regra do campeonato desprezava o saldo de gols, interessando apenas a quantidade de vitórias. Seria necessário mais um jogo para que um dos dois competidores fizesse 2 a 1 na série decisiva.

E assim, naquela terça-feira, 3 de maio de 1983, uma noite fria, novamente na Fazendinha, o Juventus enfrentaria novamente os alagoanos. Um jogo nervoso, com excessivo número de faltas e jogadas violentas. A tensão passava alambrado afora, com ânimos exaltados nas arquibancadas entre torcedores e membros da delegação do CSA e juventinos da recém organizada Torcida Ju Jovem.

O experiente lateral direito Nelsinho Batista penetrou na área e foi derrubado pelo marcador. O lance é, até hoje, controverso. A equipe azulina e o seu jovem dirigente Fernando Collor (aquele que, depois, seria Presidente da República) protestaram contra a marcação da penalidade máxima. A revista "Placar" afirmou que Nelsinho tropeçou no zagueiro. Seja como for, Paulo Martins pegou a bola Topper e a pôs na marca da cal. E marcou! O gol do primeiro título nacional do Juventus!


Lance do pênalti: Nelsinho Batista é derrubado pelo zagueiro do CSA

Final - jogo desempate
03/05/1983 - Juventus 1 x 0 CSA
Local: Estádio Alfredo Schürig (Parque São Jorge), São Paulo/SP
Público: 3.205 Renda Cr$ 1.680.200,00
Árbitro: Luiz Carlos Félix
Gol: Paulo Martins (Pênalti), 26’ do 2º tempo
Cartão amarelo: Café, Dequinha, Ademir, Paulo Martins, César e Jorginho
Juventus: Carlos; Nelson, Deodoro, Nelsinho e Bizi; Paulo Martins, César e Gatãozinho; Sidnei, Ilo (Bira, 23’ do 2º tempo) e Cândido (Mário, 38’ do 2º tempo). Técnico: Candinho
CSA: Adeíldo; Humberto, Café, Dequinha e Cícero (Veiga, 27’ do 1º tempo); Ademir, Jorginho e Rômel; Américo, Josenílton e Jacozinho. Técnico: China


Um torcedor de "time grande" pode enxergar este momento com desprezo e desdém, afinal de contas, para um "grande" seria muita humilhação disputar um torneio de segundo escalão. E o troféu de campeão, evidentemente, não seria mais do que obrigação.

Mas o Juventus não é um "time grande". E essa é, justamente, a sua grandeza. A grandeza de lutar contra eles e, por vezes, os derrotar. A grandeza de lutar com suas forças pelo seu lugar, superando todas as dificuldades.

MITOS, CURIOSIDADES E CONFUSÕES

Algumas informações desencontradas foram se acumulando ao longo dos 30 anos da façanha juventina.

Um deles é o de referenciar o time posado da foto abaixo com a equipe campeã da Taça de Prata. É, mais ou menos. A foto não é a do time que jogou a final. Foi tirada no segundo semestre de 1983, quando, por pouco tempo, uma estrela prateada encimou o escudo do Juventus em homenagem à conquista.



O time que jogou a grande final é este:



Aqui podemos falar de outra confusão. É comum identificarmos a tradicional camisa da Adidas com gola V grená como a camisa do título da Taça de Prata. As fotos e a filmagem da partida mostram que no primeiro tempo os Mooquenses atuaram com uma camisa de gola V branca. Somente no segundo tempo é que o lendário uniforme com gola grená foi utilizado.

Outra confusão diz respeito à data do jogo. Muitas fontes afirmam que a finalíssima foi disputada no dia 4 de maio de 1983. Mas, na verdade, o título veio no dia 3. É que, como o embate se deu à noite, a maioria dos jornais só publicou o resultado no dia 5, o que levou muita gente a concluir que o jogo teria sido no dia 4.

Um dos poucos jornais a fechar a edição do dia 4 já noticiando o triunfo juventino foi "A Gazeta Esportiva". O exemplar abaixo, verdadeira relíquia, é guardado cuidadosamente pelo amigo Renato Corona:


A ficha publicada na revista "Placar" também não deixa mentir quanto a data do jogo:



Por fim, vale a leitura de um relato de quem estava lá e tem a memória viva para contar está no blog Bola pro Mato. Sergio Agarelli narra a partida decisiva sob sua perspectiva.



terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Cronologia ilustrada do uniforme Adidas

Após longos e demorados estudos, analisando fotos, examinando camisas (principalmente pegando-as nas mãos, o que é bastante prazeroso, diga-se de passagem), conversando com especialistas, folheando jornais e revistas velhos, pesquisando em sites como o Terceiro Tempo, finalmente, apresentamos uma exclusiva, definitiva e ilustrada linha do tempo de patrocínios e camisas nos anos 80.

Reunimos nesta ilustração quase todos os modelos de camisas que a Adidas fabricou para o Juventus. Decidimos colocar fotos das camisas expostas em manequins*. Estão ausentes apenas os modelos com gola V branca, com frisos brancos, listrada na horizontal e com patrocínio do Lello Consórcio. Clique na imagem para vê-la em tamanho maior.



Agora, vamos às explicações:

1979 - O futebol brasileiro entra na era da profissionalização de seus materiais esportivos. A Adidas era uma das principais marcas no mercado, fornecendo para diversos times, grandes e pequenos, e também para a Seleção Brasileira, entra no Juventus e introduz o uniforme em tecido sintético. A gola é branca e redonda e os punhos são brancos. Nos ombros, as famosas três listras, brancas. O escudo do clube é bordado e costurado na camisa.

1979 - Mesmo com a Adidas, em pelo menos um jogo (contra o Santos, pelo Campeonato Paulista), o Juventus jogou com a camisa de algodão da Athleta do período 77-78, por motivos desconhecidos.

1981 - Adidas faz camisa com gola V branca e mangas em estilo raglan, brancas, com as três listras em grená. Dura pouco e a camisa passa a ser usada como uniforme de treino.

1982 - Com gola V grená e um friso branco contornando as mangas e as laterais, este uniforme foi muito pouco utilizado.

1982 - outra camisa diferente desta época, listrada na horizontal em grená e branco.

1982 - Surge a camisa toda grená, com gola V, apenas com as três listras em branco como detalhe. É a camisa tradicional e clássica da Adidas.

1983 - Foram duas camisas usadas durante o ano (às vezes na mesma partida): uma com gola pólo branca e a outra com gola V grená. Após o título da Taça de Prata, a camisa com gola pólo trouxe uma estrela branca sobre o distintivo.

1984 - Estréia do primeiro patrocínio do clube: Cartelão de Ouro. Essa marca foi estampada em camisas com gola V branca, gola pólo branca e gola V grená. A estrela comemorativa da Taça de Prata desaparece. O logotipo da Adidas passa a ser acompanhado pelo nome da marca por extenso.

1985 - A camisa passa a ter definitivamente a gola V grená e o distintivo do clube passa a ser flocado (aveludado), diretamente na camisa. Em algumas versões deste mesmo ano a Adidas coloca sua marca dentro de um círculo. A camisa de manga comprida com esse detalhe continua a ser usada nos anos seguintes, talvez por falta de peças novas.

1985 - Camisa com patrocínio Borcol, que é utilizada em alternância com a camisa sem patrocínio, até 1987. O padrão do desenho do logotipo da Adidas varia durante o ano. A etiqueta na gola possui uma distinção, apresentando o logotipo da fabricante em três cores, vermelho, amarelo e azul.

1986 - o clube é campeão do Torneio Início do Paulistão, sem patrocínio na camisa. A partir deste ano até 1990 as camisas mantém-se com o mesmo padrão, sofrendo apenas pequenas variações de tom de grená, algumas delas muito próximas do vermelho, e no logotipo da Adidas que, gradativamente passa a aparecer em tamanho maior.

1988 - camisa com patrocínio Lello Consórcio, utilizada na Taça São Paulo de Juniores.

1988 - camisa com patrocínio do Grupo Industrial Trofa, usada até 1990.

1991 - Adidas despede-se do Juventus ainda com o modelo tradicional, gola V e punhos grená. O Juventus passa a ser abastecido pela marca Stromboli. No ano seguinte, a Adidas deixaria o mercado braileiro - seus últimos times patrocinados foram Palmeiras e Flamengo. Voltaria apenas em 1996 no Sâo Paulo.

As camisas reservas, brancas, evoluíram de maneira mais simplificada. Basicamente, o modelo original todo branco, com gola redonda e punhos brancos, e as três listras grená nos ombros. Depois passou a adotar a gola V e punhos grená. As etiquetas, os logotipos da Adidas e os patrocínios variavam da mesma maneira que na camisa titular. O escudo do clube era impresso em negativo, ou seja, com fundo branco.

*as camisas de 1979, 1981, 1982, 1983, 1985, 1987 e 1989 foram retiradas da loja Prorrogação. A camisa de 1984 pertence à coleção de Milton Aguiar. A camisa de 1986 pertence à coleção de Gino Soares. As camisas de 1979 e 1988 pertencem à coleção do blogueiro.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Camisa de 1983

E neste dia em que a Mooca completa 456 anos de vida, o Manto Juventino mostra uma raridade muito valiosa do nosso clube do bairro.

O amigo Jorge, do Rio de Janeiro, é flamenguista e coleciona camisas do time rubronegro, mas também tem um belo acervo de camisas de diversos times brasileiros da década de 1980.

Uma delas tem história. E muita!

É simplesmente uma camisa do Juventus do modelo de 1983, com o logotipo da Adidas representado apenas pelo Trefoil, sem a marca escrita por extenso abaixo dele.



A camisa tem o escudo costurado e bordado, como era comum na época. Somente a partir de 1985 o escudo passaria a ser pintado na camisa, como já explicamos neste Guia de camisas da Adidas.

Você tem uma camisa do Juventus para mostrar pra gente?
Quer dividir conosco uma história, um acontecimento pessoal envolvendo o Moleque Travesso?
Escreva para nós: hamilton@juventus.com.br

domingo, 24 de junho de 2012

Camisa zebrada

A camisa deste post pertence ao amigo Luciano Soares, juventino de Londrina/PR.

Trata-se de uma camisa rara do Juventus, listrada na horizontal, à semelhança das camisas zebradas que Leão usou no Palmeiras e no Corinthians e do tradicional fardamento do XV de Piracicaba. Foi utilizada poucas vezes durante o início da década de 1980 como uma versão alternativa, uma espécie de terceiro uniforme.








Como a camisa teve curta duração, tal qual a camisa com mangas brancas de 1981, é de se imaginar que foi rejeitada, em favor do manto todo grená como titular e branco com pequenos detalhes avinhados como segundo uniforme.

As listras são largas, no estilo que a Adidas utilizava na camisa do Flamengo (hoje considerada um modelo clássico pelos torcedores do clube carioca e pelos colecionadores de camisas). O tecido é diferente, uma trama com "furinhos". O distintivo costurado, sobre a faixa branca, aparecia com fundo da mesma cor.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Algumas camisas de goleiro

Daqui um mês, dia 26 de abril, é do goleiro. E nada melhor do que comemorar a data mostrando algumas camisas de guarda-redes juventinas.

Esta camisa pertence à minha coleção e provavelmente é do final dos anos 90 ou início dos anos 2000, dado o seu desenho e cores chamativas e exageradas, bem ao gosto da época. Foi utilizado pelas equipes de futsal.


Esta abaixo é uma réplica quase perfeita dos tradicionais uniformes de goleiro Adidas dos anos 80. Este foi inspirado na camisa usada por Carlos Pracidelli na campanha do título da Taça de Prata de 1983.


Agora vamos a duas contribuições do nosso amigo Ricardo Pucci. Ele nos manda fotos de duas camisas usadas por Gabriel, goleiro da base grená, atualmente no sub-17.

Esta é de 2001, fabricada pela Koontz:


E esta, de 2006, sem marca:


Se você tem uma camisa do Juventus para mostrar ou uma boa história para contar, faça como o Ricardo Pucci e o ex-goleirão Clovis, escreva para hamilton@juventus.com.br

domingo, 11 de dezembro de 2011

Figurinhas: Nelsinho Baptista

No melhor estilo Futebol Cards da Ploc, abro hoje a seção de figurinhas do Juventus.

O primeiro homenageado é Nelsinho Baptista, que hoje desempenha um ótimo trabalho como treinador do Kashiwa Reysol, campeão japonês de 2011. Muitos devem lembrar dele como campeão brasileiro de 1990 pelo Corinthians, ou da Copa do Brasil em 2008, pelo Sport.

Mas o que interessa para nós é que, como lateral direito, vestindo a camisa grená, ajudou o Juventus conquistar a Taça de Prata de 1983.




Se tiver sugestões de homenageados para esta seção, entre em contato pelo email hamilton@juventus.com.br

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Réplica da camisa de 1983




Nosso amigo Ricardo Alpendre, locutor, cantor e juventino, enviou-nos, orgulhoso, as fotos acima, da camisa do Juventus que acabou de adquirir.

É uma réplica do clássico manto grená dos anos 80, aquele que era fabricado pela Adidas. Esta réplica foi fabricada artesanalmente por André Moura, um entusiasta por uniformes antigos que já realizou serviços também para o blogueiro, e reproduz com fidelidade a camisa utilizada entre 1982 e 1983 (em razão do pequeno logotipo "Trefoil" da Adidas, sem a inscrição da marca por extenso, como ocorreria nos anos seguintes).

Se você tem uma camisa do Juventus, conte a história dela e mostre as fotos neste blog! Saiba como ajudar a contar a história do Moleque Travesso, clicando aqui.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

1983 - estrela de prata




A camisa do título da Taça de Prata de 1983 foi adornada com uma estrela sobre o distintivo. A estrela desapareceu após a mudança de modelo, no ano seguinte.


Aqui vemos o time campeão da Taça de Prata de 1983, que equivalia ao atual Campeonato Brasileiro da Série B. Em pé, da esquerda para a direita: Carlos Pracidelli, Nelsinho, Deodoro, Assis, Bizi, Nelsinho Baptista e Elias Pássaro, o massagista. Agachados: Sidnei, Cesar, Cidão, Gatãozinho e Wilsinho.

Ano: 1983
Fabricante: Adidas
Patrocínio: não tem

1983 - Taça de Prata



Camisa da campanha do título da Taça de Prata, equivalente ao que hoje seria o Campeonato Brasileiro da Série B, em 1983.

Essa camisa foi usada no primeiro tempo da final de 1983. Em diversas partidas e no segundo tempo daquele jogo histórico, porém, foi utilizado o famoso modelo com gola grená em V.

Após a conquista, foi acrescentada uma estrela branca sobre o escudo do Juventus, mas a novidade durou pouco tempo.

A Liga Retrô, em parceria com o Clube Atlético Juventus, fabrica, para os saudosistas, uma versão retrô desta camisa, em honra ao título da Taça de Prata.

Como foi a disputa do Campeonato Brasileiro de 1983

O regulamento criado pela CBF dividia os clubes em duas divisões: a Taça de Ouro, com os melhores classificados nos campeonatos estaduais, mais os convidados pela CBF, e a Taça de Prata, com os times que não conseguiram vaga para a Taça de Ouro. O

Os clubes piores classificados na Taça de Ouro na primeira fase, disputavam a segunda fase na Taça de Prata, e os melhores da Taça de Prata subiam para a Taça de Ouro. Ou seja, o rebaixamento acontecia durante o campeonato, permitindo a um time da segunda divisão subir e conquistar o título da primeira no mesmo ano, bem como a um time da primeira divisão ser rebaixado, mas conquistar o título e voltar à elite no ano seguinte.

Foi o que aconteceu com o Juventus. Ele começou a disputa entre os times paulistas da Taça de Ouro.

Na Taça de Ouro, o Juventus foi eliminado precocemente, finalizando a participação em 35º lugar. Desembarcando na Taça de Prata, consagrou-se como campeão, num dos títulos mais enaltecidos pela torcida grená da Mooca.

Campanha:

1ª Fase Taça de Ouro - Grupo F
Juventus 0-0 Vila Nova
Juventus 0-0 Atlético-MG
Rio Branco 1-1 Juventus
América-RJ 2-0 Juventus
Juventus 3-2 Rio Branco
Juventus 1-3 América-RJ
Vila Nova 1-0 Juventus
Atlético-MG 1-0 Juventus

Repescagem
Goiás 2-2 Juventus (1-0 na prorrogação)

2ª Fase Taça de Prata
Juventus 3-1 Itumbiara
Itumbiara 1-1 Juventus
Juventus 3-2 Galícia
Galícia 1-2 Juventus
Joinville 0-0 Juventus
Juventus 2-1 Joinville

Final
CSA 3-1 Juventus
Juventus 3-0 CSA
Juventus 1-0 CSA

O Juventus jogou o último jogo da melhor de três com Carlos Pracidelli; Nélson, Deodoro, Nelsinho Batista, Bisi; César, Paulo Martin, Gatãozinho; Sídnei, Ilo (Bira), Cândido. O técnico era Candinho. O gol foi marcado por Paulo Martins de pênalti. O jogo foi realizado no Parque São Jorge, em São Paulo.

Dentre os 48 times que disputaram a Taça de Prata estavam os paulistas Guarani, Botafogo, São Bento e a Portuguesa. Além deles estavam Remo, América Mineiro, Ceará, Fortaleza, Coritiba, Bonsucesso e Volta Redonda.

Ano: 1983
Fabricante: Adidas
Patrocínio: não tem