Nesse vídeo mostramos a camisa utilizada em 2004 pelo Juventus. Fabricada pela Koontz, com patrocínios dos preservativos Preserv e de Colonial Pneus. Essa temporada ficou marcada pela luta com o Corinthians contra o rebaixamento, que acabou resolvida a favor do alvinegro graças a uma vitória do São Paulo sobre o Juventus, com dois gols do atacante Grafite.
Mostrando postagens com marcador Koontz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Koontz. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 6 de novembro de 2020
domingo, 1 de julho de 2012
Retrospecto do Juventus na Copa Paulista
Vai começar a Copa Paulista 2012 e o Juventus tentará seu segundo título na competição que reúne times das três divisões da série A da Federação Paulista de Futebol.
O Portal da Mooca, com o apoio do pesquisador juventino Sergio Agarelli, levantou dados sobre este torneio, que reproduzimos abaixo:
A Copa Paulista teve sua primeira edição em 1999 e denominava-se Copa Estado de São Paulo. Seu primeiro campeão foi o Etti Jundiaí (atual Paulista de Jundiaí). O Juventus participou pela primeira vez na edição de 2001 (Copa Coca Cola).
A estréia ocorreu na Javari, onde perdeu para o Nacional Atlético Clube por 1 a 0. A primeira vitória juventina foi contra a A A Portuguesa, de Santos, por 1 a 0, no estádio Ulrico Mursa.
O Juventus tem demonstrado que aprecia disputar esse tipo de torneio, haja visto os resultados alcançados nas suas 10 participações(de 2001 e 2003 a 2011): foram 182 jogos, sendo 83 vitórias, 47 empates e 52 derrotas, com 293 gols a favor e 242 sofridos.
Na Rua Javari o Moleque Travesso se caracteriza por um histórico de anfitrião implacável, perdendo apenas 18% de seus confrontos. Fora de casa costuma apresentar-se como um visitante incômodo, já que foi batido apenas em 40% do jogos.
A performance geral do Juventus na competição é notável, já que se sagrou uma vez campeão (em 2007); chegou uma vez à semi-final (em 2001); atingiu duas vezes a etapa de quartas- de-final (em 2003 e 2005); alcançou cinco vezes a segunda fase (em 2004, 2006, 2008, 2009 e 2011), sendo eliminado na fase inicial somente em 2010.
As maiores sequências de vitórias (6 em partidas consecutivas) ocorreram nas edições de 2003 e de 2007. A maior sequencia invicta ocorreu na primeira fase da Copa de 2009: foram 12 jogos nos quais o Juve obteve 8 vitóras e 4 empates. Nessa mesma ocasião, a equipe atingiu 6 jogos consecutivos sem tomar gols (recorde juventino na competição). Os principais responsáveis por essa invencibilidade foram o goleito Cairo, e os zagueiros Jordan. Elder e Alex.
Nas cinco últimas campanhas, os principais artilheiros do Moleque foram : em 2011, Luizinho e Pablo com 10 gols cada; em 2010, Vanderlei e Heberty com 5 gols cada; em 2009, Alex Alves e Valdo com 4 gols cada; em 2008, Dewide com 9 gols e, em 2007, Márcio e Johnny com 12 gols cada um (ambos artilheiros da competição).
A Copa Paulista teve sua primeira edição em 1999 e denominava-se Copa Estado de São Paulo. Seu primeiro campeão foi o Etti Jundiaí (atual Paulista de Jundiaí). O Juventus participou pela primeira vez na edição de 2001 ( Copa Coca Cola).
A estréia ocorreu na Javari, onde perdeu para o Nacional Atlético Clube por 1 a 0. A primeira vitória juventina foi contra a A A Portuguesa, de Santos, por 1 a 0, no estádio Ulrico Mursa.
O Juventus tem demonstrado que aprecia disputar esse tipo de torneio, haja visto os resultados alcançados nas suas 10 participações(de 2001 e 2003 a 2011): foram 182 jogos, sendo 83 vitórias, 47 empates e 52 derrotas, com 293 gols a favor e 242 sofridos.
Na Rua Javari o Moleque Travesso se caracteriza por um histórico de anfitrião implacável, perdendo apenas 18% de seus confrontos. Fora de casa costuma apresentar-se como um visitante incômodo, já que foi batido apenas em 40% do jogos.
A performance geral do Juventus na competição é notável, já que se sagrou uma vez campeão (em 2007); chegou uma vez à semi-final (em 2001); atingiu duas vezes a etapa de quartas- de-final (em 2003 e 2005); alcançou cinco vezes a segunda fase (em 2004, 2006, 2008, 2009 e 2011), sendo eliminado na fase inicial somente em 2010.
As maiores sequências de vitórias (6 em partidas consecutivas) ocorreram nas edições de 2003 e de 2007. A maior sequencia invicta ocorreu na primeira fase da Copa de 2009: foram 12 jogos nos quais o Juve obteve 8 vitóras e 4 empates. Nessa mesma ocasião, a equipe atingiu 6 jogos consecutivos sem tomar gols (recorde juventino na competição). Os principais responsáveis por essa invencibilidade foram o goleito Cairo, e os zagueiros Jordan. Elder e Alex.
Nas cinco últimas campanhas, os principais artilheiros do Moleque foram : em 2011, Luizinho e Pablo com 10 gols cada; em 2010, Vanderlei e Heberty com 5 gols cada; em 2009, Alex Alves e Valdo com 4 gols cada; em 2008, Dewide com 9 gols e, em 2007, Márcio e Johnny com 12 gols cada um (ambos artilheiros da competição).
E AS CAMISAS
Voltando ao tema principal do nosso blog, levantamos as camisas que o Moleque Travesso utilizou em suas participações na Copa Paulista. Aí estão elas:
O Portal da Mooca, com o apoio do pesquisador juventino Sergio Agarelli, levantou dados sobre este torneio, que reproduzimos abaixo:
A Copa Paulista teve sua primeira edição em 1999 e denominava-se Copa Estado de São Paulo. Seu primeiro campeão foi o Etti Jundiaí (atual Paulista de Jundiaí). O Juventus participou pela primeira vez na edição de 2001 (Copa Coca Cola).
A estréia ocorreu na Javari, onde perdeu para o Nacional Atlético Clube por 1 a 0. A primeira vitória juventina foi contra a A A Portuguesa, de Santos, por 1 a 0, no estádio Ulrico Mursa.
O Juventus tem demonstrado que aprecia disputar esse tipo de torneio, haja visto os resultados alcançados nas suas 10 participações(de 2001 e 2003 a 2011): foram 182 jogos, sendo 83 vitórias, 47 empates e 52 derrotas, com 293 gols a favor e 242 sofridos.
Na Rua Javari o Moleque Travesso se caracteriza por um histórico de anfitrião implacável, perdendo apenas 18% de seus confrontos. Fora de casa costuma apresentar-se como um visitante incômodo, já que foi batido apenas em 40% do jogos.
A performance geral do Juventus na competição é notável, já que se sagrou uma vez campeão (em 2007); chegou uma vez à semi-final (em 2001); atingiu duas vezes a etapa de quartas- de-final (em 2003 e 2005); alcançou cinco vezes a segunda fase (em 2004, 2006, 2008, 2009 e 2011), sendo eliminado na fase inicial somente em 2010.
As maiores sequências de vitórias (6 em partidas consecutivas) ocorreram nas edições de 2003 e de 2007. A maior sequencia invicta ocorreu na primeira fase da Copa de 2009: foram 12 jogos nos quais o Juve obteve 8 vitóras e 4 empates. Nessa mesma ocasião, a equipe atingiu 6 jogos consecutivos sem tomar gols (recorde juventino na competição). Os principais responsáveis por essa invencibilidade foram o goleito Cairo, e os zagueiros Jordan. Elder e Alex.
Nas cinco últimas campanhas, os principais artilheiros do Moleque foram : em 2011, Luizinho e Pablo com 10 gols cada; em 2010, Vanderlei e Heberty com 5 gols cada; em 2009, Alex Alves e Valdo com 4 gols cada; em 2008, Dewide com 9 gols e, em 2007, Márcio e Johnny com 12 gols cada um (ambos artilheiros da competição).
A Copa Paulista teve sua primeira edição em 1999 e denominava-se Copa Estado de São Paulo. Seu primeiro campeão foi o Etti Jundiaí (atual Paulista de Jundiaí). O Juventus participou pela primeira vez na edição de 2001 ( Copa Coca Cola).
A estréia ocorreu na Javari, onde perdeu para o Nacional Atlético Clube por 1 a 0. A primeira vitória juventina foi contra a A A Portuguesa, de Santos, por 1 a 0, no estádio Ulrico Mursa.
O Juventus tem demonstrado que aprecia disputar esse tipo de torneio, haja visto os resultados alcançados nas suas 10 participações(de 2001 e 2003 a 2011): foram 182 jogos, sendo 83 vitórias, 47 empates e 52 derrotas, com 293 gols a favor e 242 sofridos.
Na Rua Javari o Moleque Travesso se caracteriza por um histórico de anfitrião implacável, perdendo apenas 18% de seus confrontos. Fora de casa costuma apresentar-se como um visitante incômodo, já que foi batido apenas em 40% do jogos.
A performance geral do Juventus na competição é notável, já que se sagrou uma vez campeão (em 2007); chegou uma vez à semi-final (em 2001); atingiu duas vezes a etapa de quartas- de-final (em 2003 e 2005); alcançou cinco vezes a segunda fase (em 2004, 2006, 2008, 2009 e 2011), sendo eliminado na fase inicial somente em 2010.
As maiores sequências de vitórias (6 em partidas consecutivas) ocorreram nas edições de 2003 e de 2007. A maior sequencia invicta ocorreu na primeira fase da Copa de 2009: foram 12 jogos nos quais o Juve obteve 8 vitóras e 4 empates. Nessa mesma ocasião, a equipe atingiu 6 jogos consecutivos sem tomar gols (recorde juventino na competição). Os principais responsáveis por essa invencibilidade foram o goleito Cairo, e os zagueiros Jordan. Elder e Alex.
Nas cinco últimas campanhas, os principais artilheiros do Moleque foram : em 2011, Luizinho e Pablo com 10 gols cada; em 2010, Vanderlei e Heberty com 5 gols cada; em 2009, Alex Alves e Valdo com 4 gols cada; em 2008, Dewide com 9 gols e, em 2007, Márcio e Johnny com 12 gols cada um (ambos artilheiros da competição).
E AS CAMISAS
Voltando ao tema principal do nosso blog, levantamos as camisas que o Moleque Travesso utilizou em suas participações na Copa Paulista. Aí estão elas:
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Camisa grená de 2003
Mais uma contribuição de um "amigo internauta" (como diria Cleber Machado) para o blog. O leitor Luciano Rossi nos escreveu enviando uma foto da camisa do Juventus que ele possui. Diz ele:
Aí está a camisa do Luciano. Fabricada pela simpática Koontz, confecção do Brás, patrocinada pela Euro Export (que era a controversa parceira e gestora do futebol profissional). Já mostramos a branca, aqui no blog, uma vez. Além de um terceiro modelo, horrível, da mesma época. Agora mostramos a grená.

Também tenho uma grená na minha coleção. É essa aí abaixo. O Alex, que a usava, era zagueiro.


A camisa que era extremamente simples, mas bonitinha. Em campo era dureza. O regulamento da época não era dos mais agradáveis para os times menores. Depois de mais ou menos meia dúzia de rodadas classificatórias, os bonitões iam para as chaves eliminatórias, enquanto os pobres coitadinhos iam para - literalmente - o mata-mata: o torneio da morte. O último colocado desse quadrangular era rebaixado e o campeão do torneio da morte, adivinhem só, não ganhava porcaria nenhuma. O Juventus escapou de ser rebaixado e se garantiu por mais um ano na A1.
O que marcou mesmo naquele ano foi o fato de o SBT ter adquirido os direitos do campeonato, causando uma briga jurídica entre a Federação e a Globo, que entendia ter preferência pelos direitos de transmissão. O SBT marcou os horários dos jogos para bater de frente com a programação global e, quando a Globo conseguiu autorização para transmiti-los, teve que fazer malabarismos na sua programação para encaixar os jogos, que entravam bem na hora das novelas.
Comprei essa camisa em 2003, na loja dentro do clube. Talvez um dos uniformes mais lindos do Brasil, camisa grená e calção branco.
Em 88 joguei na rua Javari contra o Juventus, era um torneio parecido como esses sub 15 de hoje, eu jogava no Guapira.
Aí está a camisa do Luciano. Fabricada pela simpática Koontz, confecção do Brás, patrocinada pela Euro Export (que era a controversa parceira e gestora do futebol profissional). Já mostramos a branca, aqui no blog, uma vez. Além de um terceiro modelo, horrível, da mesma época. Agora mostramos a grená.
Também tenho uma grená na minha coleção. É essa aí abaixo. O Alex, que a usava, era zagueiro.


A camisa que era extremamente simples, mas bonitinha. Em campo era dureza. O regulamento da época não era dos mais agradáveis para os times menores. Depois de mais ou menos meia dúzia de rodadas classificatórias, os bonitões iam para as chaves eliminatórias, enquanto os pobres coitadinhos iam para - literalmente - o mata-mata: o torneio da morte. O último colocado desse quadrangular era rebaixado e o campeão do torneio da morte, adivinhem só, não ganhava porcaria nenhuma. O Juventus escapou de ser rebaixado e se garantiu por mais um ano na A1.
O que marcou mesmo naquele ano foi o fato de o SBT ter adquirido os direitos do campeonato, causando uma briga jurídica entre a Federação e a Globo, que entendia ter preferência pelos direitos de transmissão. O SBT marcou os horários dos jogos para bater de frente com a programação global e, quando a Globo conseguiu autorização para transmiti-los, teve que fazer malabarismos na sua programação para encaixar os jogos, que entravam bem na hora das novelas.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Molecas Travessas
O Juventus sempre teve tradição no futebol feminino. Ele é praticado competitivamente até hoje, e até rende aparições na televisão, como em gravações para programas esportivos da RedeTV!. No site do clube têm vários vídeos.
Na década de 1980 era forte o futebol de salão. A equipe feminina foi tricampeã paulista. Venceu o primeiro campeonato, em 1985, de forma invicta e manteve uma invencibilidade de mais de 25 jogos.
Márcia Onório era o destaque da equipe treinada por Geraldo Costa: fez 10 gols naquele torneio. Em 1986 veio o bi e a camisa passou a ostentar, vejam só, duas estrelas sobre o distintivo, como pode ser visto na foto abaixo, publicada na revista Placar.
Em 1987 a estrela do time era Roseli. Moradora da Vila Alpina, levou a equipe ao tri e ao inédito campeonato brasileiro, do qual foi artilheira com 12 gols. Vejam só a camisa, já com três estrelas. E diferente da camisa do time profissional, era fabricada pela Premier (marca que futuramente passaria a se denominar Finta), mas o patrocínio era o mesmo: Grupo Industrial Trofa.
Olha a Trofa aí de novo, patrocinando a camisa do futebol feminino em 2008 - mas, agora, futebol de campo. A bela sorridente é a atacante Bruna Castro, que, por curiosidade, formou-se em moda apresentando um TCC sobre uniformes esportivos com modelagem feminina. Ela reclamava das camisas largas e desajeitadas, justamente como eram as fabricadas pela Koontz para o Juventus...
Na década de 1980 era forte o futebol de salão. A equipe feminina foi tricampeã paulista. Venceu o primeiro campeonato, em 1985, de forma invicta e manteve uma invencibilidade de mais de 25 jogos.
Márcia Onório era o destaque da equipe treinada por Geraldo Costa: fez 10 gols naquele torneio. Em 1986 veio o bi e a camisa passou a ostentar, vejam só, duas estrelas sobre o distintivo, como pode ser visto na foto abaixo, publicada na revista Placar.
Em 1987 a estrela do time era Roseli. Moradora da Vila Alpina, levou a equipe ao tri e ao inédito campeonato brasileiro, do qual foi artilheira com 12 gols. Vejam só a camisa, já com três estrelas. E diferente da camisa do time profissional, era fabricada pela Premier (marca que futuramente passaria a se denominar Finta), mas o patrocínio era o mesmo: Grupo Industrial Trofa.
Olha a Trofa aí de novo, patrocinando a camisa do futebol feminino em 2008 - mas, agora, futebol de campo. A bela sorridente é a atacante Bruna Castro, que, por curiosidade, formou-se em moda apresentando um TCC sobre uniformes esportivos com modelagem feminina. Ela reclamava das camisas largas e desajeitadas, justamente como eram as fabricadas pela Koontz para o Juventus...
sábado, 5 de novembro de 2011
A camisa do Wellington Paulista
Jogador que tem orgulho de suas origens mooquenses, Wellington Paulista estreou no futebol profissional vestindo a camisa do Juventus, em 2003.
Naquela época o Moleque Travesso tinha parceria com a Euroexport, que acabou não dando certo. Nenhuma campanha memorável e um triste hiato entre uma histórica participação no Brasileiro da Série C e um rebaixamento à segunda divisão paulista.
Enfim, voltando ao assunto, Wellington Paulista debutou vestindo um modesto manto fabricado pela pequena marca Koontz, que vestia o Juventus naquela época.
E eis que apareceu uma camisa dessa época, e personalizada com o nome do atacante. Luís Santana, colecionador de camisas do Rio de Janeiro, conseguiu uma rara peça, na cor branca, envergando o número 29 nas costas. Veja as fotos abaixo:


Ano: 2003
Fabricante: Koontz
Patrocínio: Euroexport
Esse modelo de uniforme até hoje é vendido como camisa de torcedor em lojas como a Camiseteria di Mooca.
Já havíamos mostrado no blog uma outra camisa da Koontz, com patrocínio da Euroexport, também usada no mesmo período, mas não no Campeonato Paulista.
Faça como o Luís Santana, se você possui alguma camisa do Juventus e quer que ela seja mostrada aqui no blog, escreva para hamilton@juventus.com.br. Não precisa ser uma camisa rara, antiga, nada disso. Basta você ter alguma boa história para contar sobre ela.
Naquela época o Moleque Travesso tinha parceria com a Euroexport, que acabou não dando certo. Nenhuma campanha memorável e um triste hiato entre uma histórica participação no Brasileiro da Série C e um rebaixamento à segunda divisão paulista.
Enfim, voltando ao assunto, Wellington Paulista debutou vestindo um modesto manto fabricado pela pequena marca Koontz, que vestia o Juventus naquela época.
E eis que apareceu uma camisa dessa época, e personalizada com o nome do atacante. Luís Santana, colecionador de camisas do Rio de Janeiro, conseguiu uma rara peça, na cor branca, envergando o número 29 nas costas. Veja as fotos abaixo:


Ano: 2003
Fabricante: Koontz
Patrocínio: Euroexport
Esse modelo de uniforme até hoje é vendido como camisa de torcedor em lojas como a Camiseteria di Mooca.
Já havíamos mostrado no blog uma outra camisa da Koontz, com patrocínio da Euroexport, também usada no mesmo período, mas não no Campeonato Paulista.
Faça como o Luís Santana, se você possui alguma camisa do Juventus e quer que ela seja mostrada aqui no blog, escreva para hamilton@juventus.com.br. Não precisa ser uma camisa rara, antiga, nada disso. Basta você ter alguma boa história para contar sobre ela.
sábado, 10 de setembro de 2011
O Juventus e o patrocínio das camisinhas
O Corinthians anunciou que irá divulgar uma marca de preservativos no seu já loteado uniforme de jogo.
Porém, antes que a imprensa e o nosso querido e velho freguês do Tatuapé comecem a alardear pioneirismo nesse tipo de jogada de marketing, é bom ir avisando que o Juventus já foi patrocinado por uma marca de camisinhas muito antes, em 2004. Já falamos disso aqui.
Não faço ideia se o Juventus foi mesmo o primeiro a desvirginar esse tipo de propaganda para produtos, digamos, íntimos. O fato é que a camisa foi utilizada durante o Campeonato Paulista da série A1 em 2004. Na ocasião, também patrocinava o uniforme a loja Pneus Colonial.
Em campo, brochamos. Fomos rebaixados com uma derrota por dois gols para o São Paulo. Dois gols de Grafite, que salvou o Corinthians da degola naquele ano.
As fotos abaixo são de uma camisa daquele ano, utilizada em jogo e pertencente à coleção do blogueiro.

Porém, antes que a imprensa e o nosso querido e velho freguês do Tatuapé comecem a alardear pioneirismo nesse tipo de jogada de marketing, é bom ir avisando que o Juventus já foi patrocinado por uma marca de camisinhas muito antes, em 2004. Já falamos disso aqui.
Não faço ideia se o Juventus foi mesmo o primeiro a desvirginar esse tipo de propaganda para produtos, digamos, íntimos. O fato é que a camisa foi utilizada durante o Campeonato Paulista da série A1 em 2004. Na ocasião, também patrocinava o uniforme a loja Pneus Colonial.
Em campo, brochamos. Fomos rebaixados com uma derrota por dois gols para o São Paulo. Dois gols de Grafite, que salvou o Corinthians da degola naquele ano.
As fotos abaixo são de uma camisa daquele ano, utilizada em jogo e pertencente à coleção do blogueiro.

domingo, 27 de março de 2011
2003 - a era Euroexport
Vivemos em 2011 um período bastante turbulento. A parceria entre o Juventus e o Grupo Planinvesti não vem dando os frutos esperados por ambas as partes.
O Moleque Travesso já tem um histórico com parcerias complicadas.
Nos primeiros anos do século XXI, a empresa de marketing esportivo Euroexport firmou um acordo com o clube grená e explorou (literalmente, nos dizeres de um boletim emitido ao final da gestão Armando Raucci da presidência do Juventus) a equipe profissional e as categorias de base. É que não havia contrato de compensação financeira com o clube, e jogadores importantes como os zagueiros Luisão e Alex, hoje da Seleção Brasileira, foram vendidos sem que o Juventus lucrasse com isso.
A polêmica parceria com a Euroexport teve um fim melancólico. O Juventus foi rebaixado para a série A2 em 2004. Na época, houve rumores de que o clube fecharia seu departamento de futebol profissional. Mas o Juventus se reorganizou, mandou a Euroexport embora e voltou à elite paulista, conquistando o título da A2, em 2005.
Mas estou me desviando do assunto.
Aqui quero falar daquela que éprovavelmente a camisa mais horrorosa que o time profissional do Juventus já vestiu em 87 anos de existência (tem também aquela feiosa da era Pão de Açúcar, mas aquela era das categorias de base).


Esta camisa é de 2003, pertence ao xará Hamilton Pontes e possui detalhes horripilantes. Uma faixa branca nas laterais, o escudo no centro (diagramação odiada pelos torcedores, que preferem o distintivo no lado do coração) e a desnecessária inscrição do nome do clube na barriga, como se precisasse de apresentações.
UPDATE (16/07/2016): Este texto é antigo, de 5 anos atrás, e refiz meu juízo com relação a esta camisa. É bastante confortável, tem o tom correto de grená (algo que nem todas as marcas são capazes de acertar) e sua aparência no corpo é bem melhor do que esticada, como nas fotos. Não tinha essa camisa na época, hoje possuo 3 peças, e, nesse tempo de colecionismo aprendi muito sobre como os clubes acertam seus contratos de fornecimento e escolhem os desenhos dos uniformes. Retrato-me com a Koontz, pois hoje refiz meus conceitos e gosto mesmo - de verdade - das camisas que fabricaram para o Juventus.
Fala o dono da camisa:
Ano: 2003
Fabricante: Koontz
Patrocínio: Euroexport
O Moleque Travesso já tem um histórico com parcerias complicadas.
Nos primeiros anos do século XXI, a empresa de marketing esportivo Euroexport firmou um acordo com o clube grená e explorou (literalmente, nos dizeres de um boletim emitido ao final da gestão Armando Raucci da presidência do Juventus) a equipe profissional e as categorias de base. É que não havia contrato de compensação financeira com o clube, e jogadores importantes como os zagueiros Luisão e Alex, hoje da Seleção Brasileira, foram vendidos sem que o Juventus lucrasse com isso.
A polêmica parceria com a Euroexport teve um fim melancólico. O Juventus foi rebaixado para a série A2 em 2004. Na época, houve rumores de que o clube fecharia seu departamento de futebol profissional. Mas o Juventus se reorganizou, mandou a Euroexport embora e voltou à elite paulista, conquistando o título da A2, em 2005.
Mas estou me desviando do assunto.
Aqui quero falar daquela que é


Esta camisa é de 2003, pertence ao xará Hamilton Pontes e possui detalhes horripilantes. Uma faixa branca nas laterais, o escudo no centro (diagramação odiada pelos torcedores, que preferem o distintivo no lado do coração) e a desnecessária inscrição do nome do clube na barriga, como se precisasse de apresentações.
UPDATE (16/07/2016): Este texto é antigo, de 5 anos atrás, e refiz meu juízo com relação a esta camisa. É bastante confortável, tem o tom correto de grená (algo que nem todas as marcas são capazes de acertar) e sua aparência no corpo é bem melhor do que esticada, como nas fotos. Não tinha essa camisa na época, hoje possuo 3 peças, e, nesse tempo de colecionismo aprendi muito sobre como os clubes acertam seus contratos de fornecimento e escolhem os desenhos dos uniformes. Retrato-me com a Koontz, pois hoje refiz meus conceitos e gosto mesmo - de verdade - das camisas que fabricaram para o Juventus.
Fala o dono da camisa:
A marca é Koontz, e representou o fim da era Euro Export. Nestes tempos nosso centroavante era Wellington Paulista.
Sou Hamilton Valvo C. Pontes, paulistano do bairro da Mooca, de origem imigrante e operária. A vida me levou para longe das Ruas Pedro de Lucena, João Caetano, Olímpio Portugal, Javari, dentre outras, mas não foi capaz de apagá-las de minha memória.
Grande abraço aos meus amigos em Santos - Gilmar, Ricardo "Jabuca", Rafael, Everton "Bauru" e PSF, o homem sem passado!
Ano: 2003
Fabricante: Koontz
Patrocínio: Euroexport
domingo, 21 de fevereiro de 2010
2004 - camisinhas e pneus

O Juventus jogou a série A-1 do Paulistão em 2004 com uma camisa que chamou atenção por seu inusitado patrocinador, os Preservativos Preserv. A camisa era produzida pela Koontz, uma marca pequena sediada no bairro do Brás, em São Paulo, a poucos minutos do estádio da Rua Javari, e possuía muitos detalhes brancos nas mangas e nas laterais. Além da propaganda das camisinhas na parte da frente, nas costas o Juventus divulgou a Colonial, conhecida loja paulistana de pneus e rodas.
Com o apoio da Euroexport e a revelação Wellington Paulista no ataque, o técnico e ídolo Brida e a diretoria do Moleque Travesso apostavam em vaga nas quartas-de-final. Mas o time não se acertou e venceu apenas duas partidas. Mas a má campanha foi "ofuscada", digamos assim, pela ainda pior performance do Corinthians, que lutou com o Juventus até a última rodada para se salvar da degola.
E foi assim que esta camisa protagonizou a inusitada partida entre Juventus e São Paulo disputada no estádio Anacleto Campanella, na qual se desenrolou o fatídico episódio em que o atacante tricolor Grafite marcou dois tentos contra o gol juventino, rebaixando o Moleque Travesso e salvando o Corinthians da degola.
O jogo contra o São Paulo marcou ainda a primeira transmissão em TV aberta de um jogo do Juventus em sete anos! Uma marca que fazemos questão de registrar no blog para demonstrar o quanto de descaso e indiferença a televisão e a mídia em geral fazem para um "time pequeno".
Assim, usando esta camisa, o Juventus amargou o quarto rebaixamento da sua história, deixando a primeira divisão, onde estava desde 2002, para voltar apenas em 2006, após o título da segundona em 2005.
Ano: 2004
Fabricante: Koontz
Patrocínio: Preservativos Preserv (frente) e Colonial Pneus e Rodas (costas)
Assinar:
Postagens (Atom)



