Apresentação das camisas utilizadas na Taça Oberdan Cattani, realizada em 2014, na Rua Javari, em comemoração ao centenário do Palmeiras
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quinta-feira, 14 de outubro de 2021
quarta-feira, 16 de dezembro de 2020
Uma camisa antiga e uma retrô lado a lado
Colocamos lado a lado uma camisa do Juventus de 1972 e a sua respectiva réplica produzida pela loja Grená e Branco, a loja oficial do Juventus.
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Azulou (mas tem retrô também)
O Juventus lançou, nesta noite de quinta-feira, 30 de julho, o seu terceiro uniforme (ou uniforme comemorativo, como queiram), na cor azul, em homenagem aos 459 anos do bairro da Mooca, que serão completados no dia 18 de agosto.
A camisa recebeu esta cor diferente do tradicional grená e branco, presente no uniforme juventino desde 1930, por ser predominante na bandeira da Mooca. A bandeira foi oficializada em 2006 e desenhada pelo heraldista Dr. Lauro Ribeiro Escobar, que, também, foi o responsável pela elaboração do brasão distintivo do bairro, presente na bandeira, que apresenta o índio, de um lado, e o imigrante italiano, de outro.
De acordo com a descrição de Lauro Ribeiro Escobar, a razão da escolha destas cores para o estandarte são as seguintes:
O clube divulgou, em seu site, o seguinte "release":
Terceiras camisas são sempre polêmicas e geram discussões (e até brigas!) entre os torcedores. Muitos clubes resistiram até decidirem lançar uma. Com o Juventus não foi diferente. Em 2012, uma camisa azul chegou a ser confeccionada, porém a ideia não foi à frente, como desta vez.
Os juventinos já estão divididos. Existe um grande orgulho pelo grená, cor diferente, vistosa, que diferencia o Moleque Travesso de todos os outros times e faz com que muitos o admirem. O grená é uma propriedade do clube, possui uma ligação muito forte com ele.
Gosto da ideia de camisa para homenagear a Mooca porque mostra apego às raízes e se opõe à internacionalização e expansão, que geralmente enfraquece a personalidade dos clubes. Não sei, porém, se esta foi a melhor escolha.
Nossa camisa azulina é de bom gosto, bem feita, mas causa uma certa estranheza. É o Juventus mesmo?
Pessoalmente, sou conservador e não sou fã de nada diferente de grená e branco, pois entendo como uma perda significativa de personalidade, pelos motivos já expostos, históricos e sentimentais. Lógico que, em razão de colecionar camisas, precisarei de uma para guardar.
Vestir azul é uma experiência e compreendo a posição e os motivos do clube para lançá-la. Terceira camisa é para vender e ser falada (nesta parte, já está dando resultado). O tempo dirá qual vai ser sua aceitação (a ideia é fazer o time jogar com ela), e se ela será repetida no futuro.
Ao que parece, a grande beneficiada nesta iniciativa poderá ser, justamente, a bandeira do nosso bairro, caso consiga se tornar mais popular entre os mooquenses. A camisa do Juventus é mais forte e muito mais conhecida que a bandeira azul e branca da Mooca.
Enfim, se o distinto especialista, Dr. Lauro Ribeiro Escobar, tivesse adotado o grená na bandeira da Mooca, não estaríamos metidos nesta discussão. Pô, doutor!
RETRÔ
Para contrabalançar, outras homenagens menos radicais ao passado glorioso juventino também foram prestadas com o lançamento de dois (na verdade, quatro) modelos retrô.
Duas camisas alusivas a 1977 e duas camisas alusivas a 1983 (ano da conquista da Taça de Prata). As primeiras possuem o número às costas costurado, como na época.
As imagens abaixo foram divulgadas pela SuperBolla em sua página no Facebook.
Abaixo, o anúncio do uniforme retrô, recebido pelo técnico Rodrigo Santana e os jogadores atuais Nerylon, Adiel e Rafael Ferro, ladeados pelo representante da SuperBolla e pelas autoridades presentes (foto: Ale Vianna/CA Juventus)
ATUALIZAÇÃO
A Super Bolla divulgou, na manhã desta sexta (31), o seguinte comunicado por meio das redes sociais:
A camisa recebeu esta cor diferente do tradicional grená e branco, presente no uniforme juventino desde 1930, por ser predominante na bandeira da Mooca. A bandeira foi oficializada em 2006 e desenhada pelo heraldista Dr. Lauro Ribeiro Escobar, que, também, foi o responsável pela elaboração do brasão distintivo do bairro, presente na bandeira, que apresenta o índio, de um lado, e o imigrante italiano, de outro.
De acordo com a descrição de Lauro Ribeiro Escobar, a razão da escolha destas cores para o estandarte são as seguintes:
"A cor blau (azul) do campo do escudo, tem o significado de justiça, formosura, doçura, nobreza, perseverança, firmeza, incorruptível, glória, virtude, dignidade, zelo e lealdade, atributos dos pioneiros colonizadores do bairro da Mooca, legados a seus pósteros, à perseverante busca do progresso e da prosperidade que caracterizam seus moradores"
"O metal prata [branco], é sinal de felicidade, pureza, temperança, verdade, franqueza, integridade e amizade, referindo-se ao clima de harmonia e compreensão de que desfrutam os moradores do bairro, indispensável ao progresso e à prosperidade"
fonte: Portal da Mooca
O clube divulgou, em seu site, o seguinte "release":
A noite desta quinta feira (30/07) foi muito especial, porque estavam todos reunidos no Clube Atlético Juventus por um objetivo comum: homenagear a Mooca querida, que no próximo dia 17 de agosto completará 459 anos.
Pensando nessa data tão significativa, o Moleque Travesso aprontou mais uma das suas: enturmou com a Super Bolla e fez uma traquinagem especial para a Mooca.
O bairro de origem do Juventus, que conta com a mais fiel e apaixonada torcida, merecia um presente à altura.
Por isso, celebramos o lançamento da edição especial da camisa do Clube Atlético Juventus alusiva ao aniversário do bairro.
Azul como a bandeira da Mooca, esse manto comemorativo evidencia o orgulho do time por sua terra de origem.
A camisa conta com detalhes grená e branco, com a frase “Mooca 459 anos” estilizada na base e com a bandeira do bairro nas costas, abaixo da gola.
Deem as boas vindas ao novo manto que foi criado com carinho para a Mooca e toda a Nação Juventina.
Na oportunidade foi também apresentada a nova camisa estilo retrô que, sem duvida, sempre agrada os torcedores juventinos e amantes do futebol.
Momento em que a camisa azul foi oficialmente anunciada, com Roberto Brida e Larissa Abrahão (foto: Ale Vianna/CA Juventus)
Os ex-jogadores e ídolos juventinos Raudinei, Luizão, Alex Alves e Silva (foto: Ale Vianna/CA Juventus)
Terceiras camisas são sempre polêmicas e geram discussões (e até brigas!) entre os torcedores. Muitos clubes resistiram até decidirem lançar uma. Com o Juventus não foi diferente. Em 2012, uma camisa azul chegou a ser confeccionada, porém a ideia não foi à frente, como desta vez.
Os juventinos já estão divididos. Existe um grande orgulho pelo grená, cor diferente, vistosa, que diferencia o Moleque Travesso de todos os outros times e faz com que muitos o admirem. O grená é uma propriedade do clube, possui uma ligação muito forte com ele.
Gosto da ideia de camisa para homenagear a Mooca porque mostra apego às raízes e se opõe à internacionalização e expansão, que geralmente enfraquece a personalidade dos clubes. Não sei, porém, se esta foi a melhor escolha.
Nossa camisa azulina é de bom gosto, bem feita, mas causa uma certa estranheza. É o Juventus mesmo?
Pessoalmente, sou conservador e não sou fã de nada diferente de grená e branco, pois entendo como uma perda significativa de personalidade, pelos motivos já expostos, históricos e sentimentais. Lógico que, em razão de colecionar camisas, precisarei de uma para guardar.
Vestir azul é uma experiência e compreendo a posição e os motivos do clube para lançá-la. Terceira camisa é para vender e ser falada (nesta parte, já está dando resultado). O tempo dirá qual vai ser sua aceitação (a ideia é fazer o time jogar com ela), e se ela será repetida no futuro.
Ao que parece, a grande beneficiada nesta iniciativa poderá ser, justamente, a bandeira do nosso bairro, caso consiga se tornar mais popular entre os mooquenses. A camisa do Juventus é mais forte e muito mais conhecida que a bandeira azul e branca da Mooca.
RETRÔ
Para contrabalançar, outras homenagens menos radicais ao passado glorioso juventino também foram prestadas com o lançamento de dois (na verdade, quatro) modelos retrô.
Duas camisas alusivas a 1977 e duas camisas alusivas a 1983 (ano da conquista da Taça de Prata). As primeiras possuem o número às costas costurado, como na época.
As imagens abaixo foram divulgadas pela SuperBolla em sua página no Facebook.
Abaixo, o anúncio do uniforme retrô, recebido pelo técnico Rodrigo Santana e os jogadores atuais Nerylon, Adiel e Rafael Ferro, ladeados pelo representante da SuperBolla e pelas autoridades presentes (foto: Ale Vianna/CA Juventus)
ATUALIZAÇÃO
A Super Bolla divulgou, na manhã desta sexta (31), o seguinte comunicado por meio das redes sociais:
A Super Bolla vem por meio deste informar a toda a nação juventina, que a camisa em homenagem aos 459 anos do bairro da Mooca, não vai ser usada em jogos oficias, informa ainda que este é um item de colecionador e que nunca, jamais, teve a intenção de alterar a história, e ou a identidade que este clube carrega com si desde a sua fundação.
A Super Bolla desde já agradece a todos.
sábado, 16 de agosto de 2014
Taça Oberdan Cattani
A Taça Oberdan Cattani, campeonato organizado pelo Palmeiras, ao estilo dos antigos festivais e torneios festivos de antigamente, foi realizado neste sábado de manhã, no estádio da Rua Javari, envolvendo os times masters do Palmeiras (que jogou sob o nome Palestra Italia), Juventus, Paulistano e Pinheiros (que jogou sob o nome Germânia).
A Javari sediou seu primeiro evento com o novo letreiro na fachada, instalado durante a semana.
Totalmente decorada com elementos e placas alusivas ao Palmeiras e ao Palestra Itália, a Javari tornou-se um ambiente estranho ao juventino que a frequenta.
O Palmeiras, organizador, cometeu alguns erros típicos de quem não conhece o estádio, como fechar os portões das arquibancadas, impedindo a circulação livre lá dentro, principalmente de quem entrava pela Rua dos Trilhos, único local onde o ingresso era vendido no dia do torneio. Bem errado.
Também não se preocupou em distribuir brindes ou vender produtos para o torcedor palestrino, que era maioria lá dentro e já havia comprado um ingresso nada barato para assistir as partidas. Acho que seria um detalhe positivo, um agrado a mais para os torcedores que se disponibilizaram a prestigiar o evento só por causa de seu time do coração.
Quem esteve na Javari só pôde comprar, mesmo, os produtos do Juventus. Melhor para nós! Dentro do Conde Rodolfo Crespi, apesar do cenário estranho e da maquiagem verde, estavam lá a Loja Grená e Branco, Seu Antonio com os cannolis e os vendedores de amendoim.
A ideia do clube da Turiassu era criar um clima de anos 40, mais precisamente, da virada de 1941 para 1942. Dentro das quatro linhas, a bola de capotão e os uniformes retrô trouxeram esse charme. Fora dele, o clube organizador não conseguiu. Colocou atores passeando com roupas que certamente não eram dos anos 40, mas dos anos 60. Gandulas com a roupa do personagem mexicano Chaves(!) Na porta do estádio carros antigos dos anos 1960 e 70, como Dodge Charger, Mustang e Corvette Stingray. Não deu para entender esta salada.
Em suma, a iniciativa do Palmeiras foi louvável, mas cometeu alguns pecados. Parece que a divulgação também não foi das melhores.
O Juventus, como bom coadjuvante na própria casa, fez o seu papel de não estragar a brincadeira do hóspede e foi derrotado por 1 escanteio a 0 na primeira rodada contra o Germânia. Na disputa do terceiro lugar contra o cansado Paulistano, que havia perdido para o Palestra em seu jogo inicial, o Juventus venceu por 5 a 0 com três gols do ídolo Raudinei.
O uniforme juventino foi confeccionado especialmente para o jogo. O escudo na camisa, a gola V, o calção mais comprido e as meias com faixas brancas buscavam ser o mais fiéis possíveis à época. A camisa está à venda na loja Grená e Branco.
Os uniformes de goleiro também procuraram ser fiéis à época, com o distintivo grande no peito:
No dia 30/08, às 14h, tem mais futebol masters. Em comemoração ao 458º aniversário da Mooca, a Seleção da Mooca enfrenta o Masters do Juventus na Rua Javari, como acontece anualmente.
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