Vamos recordar as camisas do Juventus no período em que foi patrocinado pela Prevent Senior e outras curiosidades
Mostrando postagens com marcador 2015. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2015. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 4 de novembro de 2021
quinta-feira, 28 de outubro de 2021
Camisas de goleiro de 2015 do Juventus
Apresentação das camisas usadas por André Dias na temporada de 2015, quando se consagrou como o "pegador de pênaltis"
quinta-feira, 21 de outubro de 2021
As camisas do acesso do Juventus de 2015
Apresentação de todas as camisas usadas na campanha do acesso à Série A2 pelo Juventus em 2015
quinta-feira, 14 de janeiro de 2021
A polêmica camisa azul do Juventus da Mooca
Contamos tudo sobre a famigerada camisa azul lançada pelo Juventus em 2015 e que causou revolta entre os torcedores.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
camisas diferentes para a Copa São Roque e a Copa São Paulo
Perto do apagar das luzes de 2015, o Juventus sagrou-se bicampeão da Copa São Roque Sub-20 (já havia levantado a taça em 2011), ao bater o Mogi Mirim na final por 1 a 0. O torneio serviu de preparação para a Copa São Paulo de Futebol Júnior, iniciada no dia 3 de janeiro de 2016.
As categorias de base juventinas, já há alguns anos, vêm utilizando um uniforme próprio, diferente daquele vestido pela equipe profissional. Foi assim também na Copa São Roque.

Fabricada pela SportAção, a camisa do sub-20 traz a bandeira do Brasil na manga esquerda, os logotipos da empresa de comunicação visual Ponto10/RMC, no lado direito da camisa, e do restaurante árabe Al Mahachi nas costas, além do logotipo do patrocinador principal, a Prevent Senior. Os uniformes de goleiro eram da marca Deka.
O uniforme mudou para a disputa da Copa São Paulo. Os garotos passaram a vestir Super Bolla, a mesma marca dos profissionais, porém, com os modelos do ano passado. O novo fardamento, já apresentado, só será utilizado na Série A2.
A ausência de patrocinadores na Copinha causa certa estranheza e sugere que também a equipe principal entrará em campo exibindo publicidades diferentes daquelas com as quais nos acostumamos nos últimos anos - ou mesmo nenhuma propaganda. Teremos que esperar que novidades sejam anunciadas.

O Juventus e os kits 2015 da Super Bolla tiveram boa exposição na mídia em razão do interesse despertado pelo adversário do Moleque Travesso, o Pérolas Negras, time composto por jovens haitianos integrantes de um projeto social.
A presença do Pérolas Negras ocasionou uma daquelas raras ocasiões em que o Juventus não foi tratado como o "patinho feio" ou o "exótico" do certame, tampouco houve espaço para os batidos clichês, como o placar de madeira, o cannoli e a menção ao "futebol romântico", assuntos que há décadas pautam a cobertura da imprensa sobre o Juventus e o velho estádio da Rua Javari. Desta vez, toda a atenção foi dada aos imigrantes do Haiti, que fizeram uma grande festa e foram bem recebidos na Mooca.
fotos: Ale Vianna / divulgação CA Juventus
As categorias de base juventinas, já há alguns anos, vêm utilizando um uniforme próprio, diferente daquele vestido pela equipe profissional. Foi assim também na Copa São Roque.

Fabricada pela SportAção, a camisa do sub-20 traz a bandeira do Brasil na manga esquerda, os logotipos da empresa de comunicação visual Ponto10/RMC, no lado direito da camisa, e do restaurante árabe Al Mahachi nas costas, além do logotipo do patrocinador principal, a Prevent Senior. Os uniformes de goleiro eram da marca Deka.
O uniforme mudou para a disputa da Copa São Paulo. Os garotos passaram a vestir Super Bolla, a mesma marca dos profissionais, porém, com os modelos do ano passado. O novo fardamento, já apresentado, só será utilizado na Série A2.
A ausência de patrocinadores na Copinha causa certa estranheza e sugere que também a equipe principal entrará em campo exibindo publicidades diferentes daquelas com as quais nos acostumamos nos últimos anos - ou mesmo nenhuma propaganda. Teremos que esperar que novidades sejam anunciadas.

O Juventus e os kits 2015 da Super Bolla tiveram boa exposição na mídia em razão do interesse despertado pelo adversário do Moleque Travesso, o Pérolas Negras, time composto por jovens haitianos integrantes de um projeto social.
A presença do Pérolas Negras ocasionou uma daquelas raras ocasiões em que o Juventus não foi tratado como o "patinho feio" ou o "exótico" do certame, tampouco houve espaço para os batidos clichês, como o placar de madeira, o cannoli e a menção ao "futebol romântico", assuntos que há décadas pautam a cobertura da imprensa sobre o Juventus e o velho estádio da Rua Javari. Desta vez, toda a atenção foi dada aos imigrantes do Haiti, que fizeram uma grande festa e foram bem recebidos na Mooca.
fotos: Ale Vianna / divulgação CA Juventus
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Azulou (mas tem retrô também)
O Juventus lançou, nesta noite de quinta-feira, 30 de julho, o seu terceiro uniforme (ou uniforme comemorativo, como queiram), na cor azul, em homenagem aos 459 anos do bairro da Mooca, que serão completados no dia 18 de agosto.
A camisa recebeu esta cor diferente do tradicional grená e branco, presente no uniforme juventino desde 1930, por ser predominante na bandeira da Mooca. A bandeira foi oficializada em 2006 e desenhada pelo heraldista Dr. Lauro Ribeiro Escobar, que, também, foi o responsável pela elaboração do brasão distintivo do bairro, presente na bandeira, que apresenta o índio, de um lado, e o imigrante italiano, de outro.
De acordo com a descrição de Lauro Ribeiro Escobar, a razão da escolha destas cores para o estandarte são as seguintes:
O clube divulgou, em seu site, o seguinte "release":
Terceiras camisas são sempre polêmicas e geram discussões (e até brigas!) entre os torcedores. Muitos clubes resistiram até decidirem lançar uma. Com o Juventus não foi diferente. Em 2012, uma camisa azul chegou a ser confeccionada, porém a ideia não foi à frente, como desta vez.
Os juventinos já estão divididos. Existe um grande orgulho pelo grená, cor diferente, vistosa, que diferencia o Moleque Travesso de todos os outros times e faz com que muitos o admirem. O grená é uma propriedade do clube, possui uma ligação muito forte com ele.
Gosto da ideia de camisa para homenagear a Mooca porque mostra apego às raízes e se opõe à internacionalização e expansão, que geralmente enfraquece a personalidade dos clubes. Não sei, porém, se esta foi a melhor escolha.
Nossa camisa azulina é de bom gosto, bem feita, mas causa uma certa estranheza. É o Juventus mesmo?
Pessoalmente, sou conservador e não sou fã de nada diferente de grená e branco, pois entendo como uma perda significativa de personalidade, pelos motivos já expostos, históricos e sentimentais. Lógico que, em razão de colecionar camisas, precisarei de uma para guardar.
Vestir azul é uma experiência e compreendo a posição e os motivos do clube para lançá-la. Terceira camisa é para vender e ser falada (nesta parte, já está dando resultado). O tempo dirá qual vai ser sua aceitação (a ideia é fazer o time jogar com ela), e se ela será repetida no futuro.
Ao que parece, a grande beneficiada nesta iniciativa poderá ser, justamente, a bandeira do nosso bairro, caso consiga se tornar mais popular entre os mooquenses. A camisa do Juventus é mais forte e muito mais conhecida que a bandeira azul e branca da Mooca.
Enfim, se o distinto especialista, Dr. Lauro Ribeiro Escobar, tivesse adotado o grená na bandeira da Mooca, não estaríamos metidos nesta discussão. Pô, doutor!
RETRÔ
Para contrabalançar, outras homenagens menos radicais ao passado glorioso juventino também foram prestadas com o lançamento de dois (na verdade, quatro) modelos retrô.
Duas camisas alusivas a 1977 e duas camisas alusivas a 1983 (ano da conquista da Taça de Prata). As primeiras possuem o número às costas costurado, como na época.
As imagens abaixo foram divulgadas pela SuperBolla em sua página no Facebook.
Abaixo, o anúncio do uniforme retrô, recebido pelo técnico Rodrigo Santana e os jogadores atuais Nerylon, Adiel e Rafael Ferro, ladeados pelo representante da SuperBolla e pelas autoridades presentes (foto: Ale Vianna/CA Juventus)
ATUALIZAÇÃO
A Super Bolla divulgou, na manhã desta sexta (31), o seguinte comunicado por meio das redes sociais:
A camisa recebeu esta cor diferente do tradicional grená e branco, presente no uniforme juventino desde 1930, por ser predominante na bandeira da Mooca. A bandeira foi oficializada em 2006 e desenhada pelo heraldista Dr. Lauro Ribeiro Escobar, que, também, foi o responsável pela elaboração do brasão distintivo do bairro, presente na bandeira, que apresenta o índio, de um lado, e o imigrante italiano, de outro.
De acordo com a descrição de Lauro Ribeiro Escobar, a razão da escolha destas cores para o estandarte são as seguintes:
"A cor blau (azul) do campo do escudo, tem o significado de justiça, formosura, doçura, nobreza, perseverança, firmeza, incorruptível, glória, virtude, dignidade, zelo e lealdade, atributos dos pioneiros colonizadores do bairro da Mooca, legados a seus pósteros, à perseverante busca do progresso e da prosperidade que caracterizam seus moradores"
"O metal prata [branco], é sinal de felicidade, pureza, temperança, verdade, franqueza, integridade e amizade, referindo-se ao clima de harmonia e compreensão de que desfrutam os moradores do bairro, indispensável ao progresso e à prosperidade"
fonte: Portal da Mooca
O clube divulgou, em seu site, o seguinte "release":
A noite desta quinta feira (30/07) foi muito especial, porque estavam todos reunidos no Clube Atlético Juventus por um objetivo comum: homenagear a Mooca querida, que no próximo dia 17 de agosto completará 459 anos.
Pensando nessa data tão significativa, o Moleque Travesso aprontou mais uma das suas: enturmou com a Super Bolla e fez uma traquinagem especial para a Mooca.
O bairro de origem do Juventus, que conta com a mais fiel e apaixonada torcida, merecia um presente à altura.
Por isso, celebramos o lançamento da edição especial da camisa do Clube Atlético Juventus alusiva ao aniversário do bairro.
Azul como a bandeira da Mooca, esse manto comemorativo evidencia o orgulho do time por sua terra de origem.
A camisa conta com detalhes grená e branco, com a frase “Mooca 459 anos” estilizada na base e com a bandeira do bairro nas costas, abaixo da gola.
Deem as boas vindas ao novo manto que foi criado com carinho para a Mooca e toda a Nação Juventina.
Na oportunidade foi também apresentada a nova camisa estilo retrô que, sem duvida, sempre agrada os torcedores juventinos e amantes do futebol.
Momento em que a camisa azul foi oficialmente anunciada, com Roberto Brida e Larissa Abrahão (foto: Ale Vianna/CA Juventus)
Os ex-jogadores e ídolos juventinos Raudinei, Luizão, Alex Alves e Silva (foto: Ale Vianna/CA Juventus)
Terceiras camisas são sempre polêmicas e geram discussões (e até brigas!) entre os torcedores. Muitos clubes resistiram até decidirem lançar uma. Com o Juventus não foi diferente. Em 2012, uma camisa azul chegou a ser confeccionada, porém a ideia não foi à frente, como desta vez.
Os juventinos já estão divididos. Existe um grande orgulho pelo grená, cor diferente, vistosa, que diferencia o Moleque Travesso de todos os outros times e faz com que muitos o admirem. O grená é uma propriedade do clube, possui uma ligação muito forte com ele.
Gosto da ideia de camisa para homenagear a Mooca porque mostra apego às raízes e se opõe à internacionalização e expansão, que geralmente enfraquece a personalidade dos clubes. Não sei, porém, se esta foi a melhor escolha.
Nossa camisa azulina é de bom gosto, bem feita, mas causa uma certa estranheza. É o Juventus mesmo?
Pessoalmente, sou conservador e não sou fã de nada diferente de grená e branco, pois entendo como uma perda significativa de personalidade, pelos motivos já expostos, históricos e sentimentais. Lógico que, em razão de colecionar camisas, precisarei de uma para guardar.
Vestir azul é uma experiência e compreendo a posição e os motivos do clube para lançá-la. Terceira camisa é para vender e ser falada (nesta parte, já está dando resultado). O tempo dirá qual vai ser sua aceitação (a ideia é fazer o time jogar com ela), e se ela será repetida no futuro.
Ao que parece, a grande beneficiada nesta iniciativa poderá ser, justamente, a bandeira do nosso bairro, caso consiga se tornar mais popular entre os mooquenses. A camisa do Juventus é mais forte e muito mais conhecida que a bandeira azul e branca da Mooca.
RETRÔ
Para contrabalançar, outras homenagens menos radicais ao passado glorioso juventino também foram prestadas com o lançamento de dois (na verdade, quatro) modelos retrô.
Duas camisas alusivas a 1977 e duas camisas alusivas a 1983 (ano da conquista da Taça de Prata). As primeiras possuem o número às costas costurado, como na época.
As imagens abaixo foram divulgadas pela SuperBolla em sua página no Facebook.
Abaixo, o anúncio do uniforme retrô, recebido pelo técnico Rodrigo Santana e os jogadores atuais Nerylon, Adiel e Rafael Ferro, ladeados pelo representante da SuperBolla e pelas autoridades presentes (foto: Ale Vianna/CA Juventus)
ATUALIZAÇÃO
A Super Bolla divulgou, na manhã desta sexta (31), o seguinte comunicado por meio das redes sociais:
A Super Bolla vem por meio deste informar a toda a nação juventina, que a camisa em homenagem aos 459 anos do bairro da Mooca, não vai ser usada em jogos oficias, informa ainda que este é um item de colecionador e que nunca, jamais, teve a intenção de alterar a história, e ou a identidade que este clube carrega com si desde a sua fundação.
A Super Bolla desde já agradece a todos.
sábado, 18 de julho de 2015
A bola rolou na Copa Paulista 2015, e mais
O Juventus retomou oficialmente seus trabalhos de segundo semestre empatando sem gols com o São José EC no Estádio Martins Pereira, em São José dos Campos.
A CAMISA
A gente aqui repara nos mínimos detalhes, por mais inúteis que sejam, desde que estejam ligados ao manto juventino.
A SuperBolla enviou fardamentos novos, mantendo o mesmo desenho e os mesmos patrocínios. Porém, as camisas possuem pequenas diferenças com relação à utilizada no primeiro semestre.
O tamanho e a posição do logotipo da Esfiha Juventus estão diferentes, tanto na camisa branca, usada hoje contra o São José, quanto na grená, usada semana passada contra o Operário/PR.
Além disso, o patrocínio master (Prevent Senior) foi posicionado mais para cima na camisa branca.
No jogo de hoje, a camisa "nova" foi utilizada somente no segundo tempo.

No primeiro tempo, o logotipo da Esfiha Juventus era maior e inclinado, acompanhando a curvatura do ombro. Na foto, Abraão tenta fazer o domínio de uma bola cruzada (Ale Vianna/CA Juventus)

Já no segundo tempo, o logotipo da Esfiha Juventus aparecia reto, horizontal e em tamanho menor. Note também que o logo Prevent Senior está em posição mais alta do que na camisa anterior. Aqui, Abraão - novamente - tenta um domínio, sofrendo forte marcação (Ale Vianna/CA Juventus)

Na partida amistosa disputada contra o Operário/PR, o Juventus estreou - e a gente só percebeu isso agora - a camisa com o Esfiha Juventus menor e na horizontal. O atleta com a bola encobrindo o rosto é o meia Elvinho (Ale Vianna/CA Juventus)

Nesta imagem de Rafael Ferro no jogo contra o Grêmio Osasco, que garantiu o acesso à A2, vemos o logotipo da Esfiha Juventus maior e posicionado de forma inclinada (Ale Vianna/CA Juventus)
Para ficar mais claro:
Agora que revelamos essa descoberta sensacional, que vai mudar os rumos do futebol e da humanidade, vamos falar da estreia do Juventus na Copa Paulista.
O JOGO
Como todo juventino de verdade já está careca de saber a esta altura, a base que conseguiu o acesso à Série A2 do Paulistão foi mantida. Porém, o time sofreu perdas substanciais no setor ofensivo, com a saída de Daniel Costa (para o São Caetano), Nathan (para o Penapolense) e Gil (paradeiro desconhecido). O maestro Adiel foi a peça que restou do quarteto responsável pelo melhor ataque do campeonato da A3 de 2015.
Mas Adiel não entrou em campo nesta tarde ensolarada de São José dos Campos, pois se machucou no amistoso contra o Operário de Ponta Grossa/PR. Assim, todos os homens de frente do Moleque Travesso eram outros, que nunca haviam jogado juntos antes.
O onze juventino foi composto por André Dias; Rafael Ferro, Léo Fioravanti, Diego Borges e Lucas Pavone; Fellipe Nunes, Derli, Rafael Branco e Nerylon; Elvinho e Abraão.
O primeiro tempo foi equilibrado, com direito a uma bola na trave de André Dias e a um gol incrível desperdiçado por Elvinho, que chutou na trave, no ângulo, na forquilha! O Juventus também chegou a estufar as redes, mas o lance estava parado por impedimento.

Nerylon é bloqueado pelo marcador (Ale Vianna/CA Juventus)
No segundo tempo, os mooquenses ficaram mais tempo com a bola no campo de ataque. Elvinho foi o principal armador do time. Renato Sorriso e Diogo Pereira entraram no lugar de Nerylon e Rafael Branco, respectivamente, e também não conseguiram tirar o zero do placar, apesar das boas chances que tiveram.
Balanço final: uma frustração pela vitória não ter vindo. Mas um resultado justo pelo desempenhado em campo.
Fica a espera pela aparição dos jogadores que não estavam em condições de jogo para a próxima rodada, que será justamente o clássico contra o Nacional, na Rua Javari, daqui a duas semanas.
Agradecimento: Sidão Colecionador do Paulista de Jundiaí, que percebeu a mudança na posição do emblema da Prevent Senior. Pelo visto não sou o único maluco por esses detalhes...
A CAMISA
A gente aqui repara nos mínimos detalhes, por mais inúteis que sejam, desde que estejam ligados ao manto juventino.
A SuperBolla enviou fardamentos novos, mantendo o mesmo desenho e os mesmos patrocínios. Porém, as camisas possuem pequenas diferenças com relação à utilizada no primeiro semestre.
O tamanho e a posição do logotipo da Esfiha Juventus estão diferentes, tanto na camisa branca, usada hoje contra o São José, quanto na grená, usada semana passada contra o Operário/PR.
Além disso, o patrocínio master (Prevent Senior) foi posicionado mais para cima na camisa branca.
No jogo de hoje, a camisa "nova" foi utilizada somente no segundo tempo.

No primeiro tempo, o logotipo da Esfiha Juventus era maior e inclinado, acompanhando a curvatura do ombro. Na foto, Abraão tenta fazer o domínio de uma bola cruzada (Ale Vianna/CA Juventus)

Já no segundo tempo, o logotipo da Esfiha Juventus aparecia reto, horizontal e em tamanho menor. Note também que o logo Prevent Senior está em posição mais alta do que na camisa anterior. Aqui, Abraão - novamente - tenta um domínio, sofrendo forte marcação (Ale Vianna/CA Juventus)

Na partida amistosa disputada contra o Operário/PR, o Juventus estreou - e a gente só percebeu isso agora - a camisa com o Esfiha Juventus menor e na horizontal. O atleta com a bola encobrindo o rosto é o meia Elvinho (Ale Vianna/CA Juventus)

Nesta imagem de Rafael Ferro no jogo contra o Grêmio Osasco, que garantiu o acesso à A2, vemos o logotipo da Esfiha Juventus maior e posicionado de forma inclinada (Ale Vianna/CA Juventus)
Para ficar mais claro:
Agora que revelamos essa descoberta sensacional, que vai mudar os rumos do futebol e da humanidade, vamos falar da estreia do Juventus na Copa Paulista.
O JOGO
Como todo juventino de verdade já está careca de saber a esta altura, a base que conseguiu o acesso à Série A2 do Paulistão foi mantida. Porém, o time sofreu perdas substanciais no setor ofensivo, com a saída de Daniel Costa (para o São Caetano), Nathan (para o Penapolense) e Gil (paradeiro desconhecido). O maestro Adiel foi a peça que restou do quarteto responsável pelo melhor ataque do campeonato da A3 de 2015.
Mas Adiel não entrou em campo nesta tarde ensolarada de São José dos Campos, pois se machucou no amistoso contra o Operário de Ponta Grossa/PR. Assim, todos os homens de frente do Moleque Travesso eram outros, que nunca haviam jogado juntos antes.
O onze juventino foi composto por André Dias; Rafael Ferro, Léo Fioravanti, Diego Borges e Lucas Pavone; Fellipe Nunes, Derli, Rafael Branco e Nerylon; Elvinho e Abraão.
O primeiro tempo foi equilibrado, com direito a uma bola na trave de André Dias e a um gol incrível desperdiçado por Elvinho, que chutou na trave, no ângulo, na forquilha! O Juventus também chegou a estufar as redes, mas o lance estava parado por impedimento.

Nerylon é bloqueado pelo marcador (Ale Vianna/CA Juventus)
No segundo tempo, os mooquenses ficaram mais tempo com a bola no campo de ataque. Elvinho foi o principal armador do time. Renato Sorriso e Diogo Pereira entraram no lugar de Nerylon e Rafael Branco, respectivamente, e também não conseguiram tirar o zero do placar, apesar das boas chances que tiveram.
Balanço final: uma frustração pela vitória não ter vindo. Mas um resultado justo pelo desempenhado em campo.
Fica a espera pela aparição dos jogadores que não estavam em condições de jogo para a próxima rodada, que será justamente o clássico contra o Nacional, na Rua Javari, daqui a duas semanas.
Agradecimento: Sidão Colecionador do Paulista de Jundiaí, que percebeu a mudança na posição do emblema da Prevent Senior. Pelo visto não sou o único maluco por esses detalhes...
domingo, 3 de maio de 2015
Um grande passo e um tropeço
O Juventus fez sua primeira partida em casa pelo quadrangular decisivo da Série A3 nesta quarta-feira contra a Internacional de Limeira.
Os visitantes, que já vinham em queda de produção nas últimas rodadas da fase classificatória (foram derrotados pelo Juventus por 2 a 0 na penúltima rodada e se classificaram sem entrar em campo, graças à exclusão do Cotia do certame, pelo TJD), e haviam empatado com o Votuporanguense na partida de abertura da fase final, sofreram nas mãos (e nos pés dos juventinos) e perderam novamente, por 4 a 0.

A excelente atuação dos atletas grenás incendiou a crise na Inter de Limeira. No Moleque Travesso, a vitória maiúscula veio como resposta às críticas resultantes do empate frente ao Grêmio Osasco, no jogo anterior, partida na qual o Juventus teve o volante Fellipe Nunes expulso no primeiro tempo, e cedeu a igualdade no placar nos últimos minutos da etapa complementar.
Sem Gil, poupado em razão de dores na panturrilha esquerda, a delegação mooquense partiu para a longa jornada até Votuporanga, pela terceira rodada. Os locais estavam invictos no Estádio Plínio Marim, e um empate estaria de ótimo tamanho para os planos da equipe de Rodrigo Santana.
Porém, mais uma vez, uma precoce expulsão, desta vez do zagueiro Léo Fioravanti, forçou o técnico a diminuir o ímpeto do seu ataque. Sacou Adiel, que fizera uma partida impecável na quarta-feira, para recompor a defesa, com Rodolfo. O Juventus tomou um gol, mas conseguiu o empate, com o brigador Derli. E este seria um grande resultado, até que...

Um gol no final do segundo tempo (de novo!) deu a vantagem ao Votuporanguense. Poucos minutos depois, Nathan desperdiçou a oportunidade derradeira de igualar o marcador, ao perder um pênalti contestado pelos torcedores que lotaram o estádio do time da casa.
Com a derrota, os alvinegros dispararam na liderança do grupo, e se mantiveram imbatíveis em seu estádio. O Juventus terá a chance da revanche no próximo domingo, no primeiro jogo do returno do quadrangular.
Na primeira fase, jogando na Javari, o Votuporanguense foi derrotado por 2 a 0, encerrando uma série invicta de 8 jogos. O Juventus tomou apenas dois gols em casa, e não perde há sete jogos.
Com o empate entre a Inter e o Grêmio Osasco, no complemento da rodada, e com mais dois jogos a serem disputados no Conde Rodolfo Crespi, tudo indica que o Juventus tem a vaga na Série A2 de 2016 na mão. Só depende de si mesmo.
A CAMISA
Contra a Inter, na quarta, o Juventus estreou o patrocínio da Esfiha Juventus na camisa grená. Este patrocínio já havia aparecido na camisa branca, contra o Grêmio Osasco.
A Super Bolla, atendendo a inúmeros pedidos, lançou uma camisa com o número 9 e o nome de Gil às costas. Esta camisa, diferentemente da lançada anteriormente, traz os logotipos dos patrocinadores na frente e nas mangas. A fabricante espera que o lançamento seja um sucesso comercial. Afinal, para vender e lucrar, vale tudo.
A camisa do Gil e também a camisa com patrocínios, sem o nome do veterano atacante, sensação da A3, está à venda na loja Grená e Branco (na sede social e no estádio) por R$ 139,90.


Os visitantes, que já vinham em queda de produção nas últimas rodadas da fase classificatória (foram derrotados pelo Juventus por 2 a 0 na penúltima rodada e se classificaram sem entrar em campo, graças à exclusão do Cotia do certame, pelo TJD), e haviam empatado com o Votuporanguense na partida de abertura da fase final, sofreram nas mãos (e nos pés dos juventinos) e perderam novamente, por 4 a 0.

Gil e Adiel tiveram ótima partida; ambos marcaram gol (foto: Ale Vianna / CA Juventus)
A excelente atuação dos atletas grenás incendiou a crise na Inter de Limeira. No Moleque Travesso, a vitória maiúscula veio como resposta às críticas resultantes do empate frente ao Grêmio Osasco, no jogo anterior, partida na qual o Juventus teve o volante Fellipe Nunes expulso no primeiro tempo, e cedeu a igualdade no placar nos últimos minutos da etapa complementar.
Sem Gil, poupado em razão de dores na panturrilha esquerda, a delegação mooquense partiu para a longa jornada até Votuporanga, pela terceira rodada. Os locais estavam invictos no Estádio Plínio Marim, e um empate estaria de ótimo tamanho para os planos da equipe de Rodrigo Santana.
Porém, mais uma vez, uma precoce expulsão, desta vez do zagueiro Léo Fioravanti, forçou o técnico a diminuir o ímpeto do seu ataque. Sacou Adiel, que fizera uma partida impecável na quarta-feira, para recompor a defesa, com Rodolfo. O Juventus tomou um gol, mas conseguiu o empate, com o brigador Derli. E este seria um grande resultado, até que...

Derli comemora seu gol de empate contra a Votuporanguense e é acompanhado por Rafael Ferro. (foto: Ale Vianna / CA Juventus)
Um gol no final do segundo tempo (de novo!) deu a vantagem ao Votuporanguense. Poucos minutos depois, Nathan desperdiçou a oportunidade derradeira de igualar o marcador, ao perder um pênalti contestado pelos torcedores que lotaram o estádio do time da casa.
Com a derrota, os alvinegros dispararam na liderança do grupo, e se mantiveram imbatíveis em seu estádio. O Juventus terá a chance da revanche no próximo domingo, no primeiro jogo do returno do quadrangular.
Na primeira fase, jogando na Javari, o Votuporanguense foi derrotado por 2 a 0, encerrando uma série invicta de 8 jogos. O Juventus tomou apenas dois gols em casa, e não perde há sete jogos.
Com o empate entre a Inter e o Grêmio Osasco, no complemento da rodada, e com mais dois jogos a serem disputados no Conde Rodolfo Crespi, tudo indica que o Juventus tem a vaga na Série A2 de 2016 na mão. Só depende de si mesmo.
A CAMISA
Contra a Inter, na quarta, o Juventus estreou o patrocínio da Esfiha Juventus na camisa grená. Este patrocínio já havia aparecido na camisa branca, contra o Grêmio Osasco.
A Super Bolla, atendendo a inúmeros pedidos, lançou uma camisa com o número 9 e o nome de Gil às costas. Esta camisa, diferentemente da lançada anteriormente, traz os logotipos dos patrocinadores na frente e nas mangas. A fabricante espera que o lançamento seja um sucesso comercial. Afinal, para vender e lucrar, vale tudo.
A camisa do Gil e também a camisa com patrocínios, sem o nome do veterano atacante, sensação da A3, está à venda na loja Grená e Branco (na sede social e no estádio) por R$ 139,90.


Gil posa com a camisa que leva seu nome nas costas, um lançamento para agradar aos seus fãs, colecionadores de camisas e juventinos que querem uma lembrança de sua passagem pela Mooca (foto: divulgação Grená e Branco Loja Oficial)
terça-feira, 28 de abril de 2015
Esfihas na camisa
O Juventus, líder da fase classificatória do Paulista Série A3, estreou no quadrangular decisivo contra o Osasco no Estádio José Liberatti.
A partida marcou o retorno de Lucas Pavone ao clube da Mooca. O lateral esquerdo, um dos heróis da campanha de 2012, com quase 100 jogos vestindo a camisa grená, estava emprestado ao Aimoré, que disputou o Gauchão de 2015.
A camisa do Juventus passou a trazer o patrocínio da Esfiha Juventus, que já anunciava em placas de publicidade do estádio da Rua Javari e também era responsável pelo prêmio ao melhor juventino em campo, dado em todos os jogos pela Web Rádio Mooca.
A Esfiha Juventus abriu suas portas em 1967 e, pela primeira vez, patrocina o uniforme do time que inspirou seu nome. Com este, já são quatro anunciantes no nosso uniforme de 2015.
Em campo, numa noite fria e sob garoa fina, o Juventus deixou a vitória escapar e cedeu o empate ao Osasco no final do jogo, perdendo preciosos dois pontos. Na outra partida do grupo, a Internacional de Limeira também empatou com o Votuporanguense, ficando todos os times empatados. A Inter é a próxima adversária do Juventus, na partida de quarta-feira à tarde, na Javari.
Lucas Pavone disputa a bola com o marcador osasquense (foto: Ale Vianna / CA Juventus)
Nathan, Daniel Costa, Rafael Ferro, Adiel e Gil comemoram o gol marcado por Ferro (foto: Ale Vianna / CA Juventus)
quinta-feira, 26 de março de 2015
com 4 gols, Gil castiga a Veterana
A Francana, seriíssima candidata ao rebaixamento, compareceu ontem ao estádio da Rua Javari para defender a dignidade de sua centenária camisa diante do Juventus.
Gil entrou em campo como titular e, pela primeira vez, jogou os noventa minutos, tempo suficiente para marcar quatro gols e se transformar em manchete dos principais sites esportivos.
O jogo foi atípico, a goleada era mais do que esperada, e o Juventus ainda tem alguns problemas na defesa para serem ajustados - por exemplo, cometeu mais um pênalti. Mas a sorte está do nosso lado, pois, pela terceira vez nesta A3, nossos rivais desperdiçaram a cobrança fatal. André Dias já pegou dois; um foi para fora.
A Francana retorna à capital do calçado a um jogo de ser matematicamente rebaixada à Segunda Divisão. Espero que reúna forças para superar esta fase, por sua tradição e sua rica história.
A euforia tomou conta de todos, mas Gil, experiente, parece não ter se contaminado com isto. Que sirva apenas de motivação para toda a equipe.
Por enquanto, pelo jogo de ontem, respeitada a sua lei, valeu tudo, Gil!
Quanto à camisa, o Juventus passou a contar com mais um patrocínio, abaixo do número, nas costas. A empresa de engenharia Fast, que constrói estruturas tubulares como andaimes, palcos para grandes eventos e arquibancadas móveis, tomou conta daquele espaço.
fotos: Ale Vianna / divulgação C.A. Juventus
Gil entrou em campo como titular e, pela primeira vez, jogou os noventa minutos, tempo suficiente para marcar quatro gols e se transformar em manchete dos principais sites esportivos.
O jogo foi atípico, a goleada era mais do que esperada, e o Juventus ainda tem alguns problemas na defesa para serem ajustados - por exemplo, cometeu mais um pênalti. Mas a sorte está do nosso lado, pois, pela terceira vez nesta A3, nossos rivais desperdiçaram a cobrança fatal. André Dias já pegou dois; um foi para fora.
A Francana retorna à capital do calçado a um jogo de ser matematicamente rebaixada à Segunda Divisão. Espero que reúna forças para superar esta fase, por sua tradição e sua rica história.
A euforia tomou conta de todos, mas Gil, experiente, parece não ter se contaminado com isto. Que sirva apenas de motivação para toda a equipe.
Por enquanto, pelo jogo de ontem, respeitada a sua lei, valeu tudo, Gil!
Quanto à camisa, o Juventus passou a contar com mais um patrocínio, abaixo do número, nas costas. A empresa de engenharia Fast, que constrói estruturas tubulares como andaimes, palcos para grandes eventos e arquibancadas móveis, tomou conta daquele espaço.
fotos: Ale Vianna / divulgação C.A. Juventus
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Camisa branca, Gil e camisa de treino
O Juventus estreou sua nova camisa reserva no jogo da sexta-feira, 20 de fevereiro, em Barretos, contra o time da casa. Gil jogou como titular e fez seu primeiro gol defendendo o Moleque Travesso. Daniel Costa (o cara da primeira foto logo abaixo) abriu o marcador. O gol do Gil foi o segundo do Juventus. O terceiro foi marcado por Nathan.
Alguns lances do jogo, nas fotos de Ale Vianna/CA Juventus.
Ficam aqui registradas as imagens deste fardamento e, também, dos novos uniformes de comissão técnica e de treino, uma bela combinação de amarelo e grená.
Alguns lances do jogo, nas fotos de Ale Vianna/CA Juventus.
Ficam aqui registradas as imagens deste fardamento e, também, dos novos uniformes de comissão técnica e de treino, uma bela combinação de amarelo e grená.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Super Bolla em campo
A hora do vamos ver chegou e o Juventus estreou na Série A3, batendo o Grêmio Osasco por 3 a 0 com facilidade, na Rua Javari. A partida pôs à prova não apenas a nova camisa, mas também o trabalho desenvolvido ao longo da pré-temporada.
O Juventus mostrou bom toque de bola, velocidade e poder de criação e finalização. Foi superior ao adversário durante todo o tempo em que houve interesse em jogar bola (boa parte do segundo tempo pode ser resumida um burocrático cumprimento do tempo regulamentar), e teve seu trabalho facilitado por uma expulsão de um dos atletas osasquenses. Com o placar seguro e poucas investidas do rival, poupou-se de maiores esforços.
A defesa, com Rodolfo e Léo Fioravanti, protegidos pelos volantes à frente, Fellipe Nunes e Derli, é remanescente do ano passado. Orinho, pela esquerda, também. Lá atrás, André Dias vestiu o seu novo uniforme cinza, com direito a exóticas meias listradas.
O clima esquentou logo no começo do jogo, quando já estava 1 a 0 para o Juventus e quase se desenrolaram as famosas cenas lamentáveis. O goleiro André Dias chegou para o entrevero com o novo fardamento de arqueiro e um belo par de meias listradas.
Outros que retornaram para mais uma temporada na Mooca foram Nathan, atacante que marcou o segundo gol da partida, e Charles, que entrou no segundo tempo.
Rafael Branco, Cássio e o velho conhecido Raikard retornaram do empréstimo ao União São João. De todos, o papel mais complicado coube a Raiká, que teve de substituir Abraão Lincoln, uma das esperanças de gol de 2015 que saiu contundido no primeiro tempo - parecia grave. No lugar do xará do presidente americano, o prata da casa juventino quase deixou sua marca ao dividir uma bola com o goleiro Jefferson Romário. Mas o gremista se saiu melhor. Branco, por sua vez, está há poucos jogos de chegar a marca de 100 partidas com a camisa do Juventus.
Os outros estreantes foram Rafael Ferro, novo lateral-direito e capitão, que fez boa partida mas discutiu muito com a arbitragem, e Daniel Costa, o camisa 10, autor de dois gols e eleito melhor jogador da peleja pela Web Rádio Mooca.
Completaram o banco de reservas, sem participar do jogo, os pratas da casa Rafael Vianna (goleiro) e Ataíde (volante) e o recém-chegado Wellington (meia).
O Juventus aguarda a inscrição do badalado Adiel (o último jogador a marcar um gol no Barcelona vestindo a camisa do Santos), do atacante Bruno Agnello, do meia Ricardinho e do lateral esquerdo Rodolfo Testoni para que o elenco fique completo.
A contusão de Abraão preocupa, mas opções não faltam. Além de Raikard, Renato Sorriso e Bruno Santiago já estão inscritos. Com a regularização dos demais reforços citados, Rodrigo Santana deverá botar todo mundo para jogar e aí vamos ver se o Juventus terá mesmo condições de brigar por alguma coisa nessa competição.
Ah, quase ia me esquecendo de falar da camisa.
O tecido é extremamente leve, não deixando a desejar a nenhuma grande ou badalada fornecedora de material esportivo (igual ou até melhor, eu diria). O escudo é grande e bordado, procurando reproduzir o feito pela Umbro no já clássico manto de 2012 (mas nesta a marca inglesa se saiu muito melhor). O tom do grená, sob o sol de quase meio-dia, é um pouco arroxeado, novamente lembrando a camisa da Umbro.
Não há níveis de comparação para a camisa anterior, com todo o devido respeito que a antiga fornecedora, que cumpriu seu papel com dignidade e prestatividade, merece. Que este seja um sucesso de vendas.
Não há níveis de comparação para a camisa anterior, com todo o devido respeito que a antiga fornecedora, que cumpriu seu papel com dignidade e prestatividade, merece. Que este seja um sucesso de vendas.
E a camisa, veste bem? As fotos falam por si.
As fotos são de Ale Vianna/divulgação Juventus
sábado, 31 de janeiro de 2015
Super Bolla em fotos
A página oficial do Juventus no Facebook divulgou as fotos abaixo da coleção produzida pela Super Bolla, que estréia amanhã, contra o Grêmio Osasco, pelo Paulistão da Série A3 na Rua Javari.
Os cliques de Ale Vianna mostram que o tom de grená está no ponto certo e que o bordado do distintivo ficou bacana. Dá para notar melhor essa ideia dos pontinhos que fazem o degradê do grená, escurecendo a camisa.
Outro detalhe, agora do uniforme branco, é um contorno nas letras do patrocinador (Prevent Senior) para melhorar a leitura, evitando o choque com os frisos grenás.
O goleiro juventino este ano terá as opções laranja e cinza. Ambas seguem o mesmo estilo dos tais pontinhos do degradê.
Também foram divulgadas estas imagens dos manequins da loja Grená e Branco vestindo os fardamentos. A A camisa branca, como se vê, possui mesmo um degradê interessante, formando uma espécie de listrado discreto com cinza e branco, já perto da barra da camisa.
A Prevent Senior vem para seu quarto ano patrocinando o uniforme juventino. Já é um dos patrocínios mais longos da nossa história (mas isso é assunto para outro post).


E, finalmente, ele, o astro, a contratação, a eterna promessa santista, aquele que marcou o último gol do Santos contra o Barcelona na história da disputa entre os dois times, e que estava jogando bola no Japão... Adiel! Ele é um dos que ainda não teve sua inscrição registrada no BID da CBF (problema que está afetando muitos clubes ao que parece, coisas da tecnologia e da burocracia). Enfim, o que importa é que nestas fotos divulgadas no Flickr (sim, o Juventus marca presença em muitas redes sociais - só falta mesmo contratarem alguém para filmar os jogos e botar no YouTube), todo o elenco juventino e a comissão técnica (vestindo a camisa cinza de goleiro) posaram para as fotos oficiais.
Só então é que percebemos a presença de um novo patrocinador: Ticket360, empresa de venda de ingressos que comercializa as entradas para os shows, festas e eventos promovidos ou realizados no Salão Nobre do Clube. Então, anotamos aqui, para fins históricos, mais este patrocinador. O que ficou difícil é ler o que está escrito logo abaixo do logotipo da empresa. Acho que não havia necessidade disso...
E isso é tudo. Ainda devem chegar as roupas de treino e de passeio, assim como calções e meias, que ainda não vimos como são. Mas isso é o de menos.
Satisfeita a curiosidade sobre as camisas, nossa expectativa é ver um bom time do Juventus em campo este ano, fazendo uma campanha digna.
Os cliques de Ale Vianna mostram que o tom de grená está no ponto certo e que o bordado do distintivo ficou bacana. Dá para notar melhor essa ideia dos pontinhos que fazem o degradê do grená, escurecendo a camisa.
Outro detalhe, agora do uniforme branco, é um contorno nas letras do patrocinador (Prevent Senior) para melhorar a leitura, evitando o choque com os frisos grenás.
O goleiro juventino este ano terá as opções laranja e cinza. Ambas seguem o mesmo estilo dos tais pontinhos do degradê.
Também foram divulgadas estas imagens dos manequins da loja Grená e Branco vestindo os fardamentos. A A camisa branca, como se vê, possui mesmo um degradê interessante, formando uma espécie de listrado discreto com cinza e branco, já perto da barra da camisa.
A Prevent Senior vem para seu quarto ano patrocinando o uniforme juventino. Já é um dos patrocínios mais longos da nossa história (mas isso é assunto para outro post).


Só então é que percebemos a presença de um novo patrocinador: Ticket360, empresa de venda de ingressos que comercializa as entradas para os shows, festas e eventos promovidos ou realizados no Salão Nobre do Clube. Então, anotamos aqui, para fins históricos, mais este patrocinador. O que ficou difícil é ler o que está escrito logo abaixo do logotipo da empresa. Acho que não havia necessidade disso...
E isso é tudo. Ainda devem chegar as roupas de treino e de passeio, assim como calções e meias, que ainda não vimos como são. Mas isso é o de menos.
Satisfeita a curiosidade sobre as camisas, nossa expectativa é ver um bom time do Juventus em campo este ano, fazendo uma campanha digna.
As camisas de 2015: uma bola dentro da Super Bolla
Após alguns dias de expectativa, finalmente, hoje, foram revelados os novos modelos de camisas do Juventus para esta temporada.
Com pouquíssimo tempo para trabalhar após o anúncio da assinatura do contrato com o Juventus, a Super Bolla não fez feio e conseguiu apresentar a sua criação bem a tempo da estreia do time no Paulistão da Série A3.
Por enquanto, a camisa real só será vista domingo, na Rua Javari, contra o Osasco. Por enquanto, foram divulgadas somente ilustrações das camisas, acompanhadas de breves descrições. Vamos à elas:
AVALIAÇÃO: A camisa segue o estilo tradicional do Juventus e o fato de não ter o escudo no centro, bem como nenhum detalhe dourado, já é motivo de grande alívio. As camisas grenás estavam engessadas na mesmice da Deka e precisavam de algum respiro. O degradé em tons de grená é feito a partir de pontos, que lembram a retícula, aquele modo de impressão de jornais em que as imagens são formadas por pontinhos. Também lembram, um pouco, a camisa da Umbro de 2013, que possuía uma textura semelhante. O único senão é que, quando a camisa grená vier acompanhada de calções grenás, poderá haver uma diferença de tonalidade, deixando o uniforme meio esquisito.
AVALIAÇÃO: acho bastante válido inovar, variar, ousar no desenho da camisa branca. Ela não precisa ser sempre simplesmente o inverso da camisa titular. Como o nosso grená é clássico e quase intocável (ou imexível, como diriam alguns), mexer na camisa branca é a opção. Todo time que tem uma cor de camisa escura como titular geralmente tem uma branca de reserva. Por que não dar um toque especial nela? A SuperBolla resolveu fazer isso. As listras fininhas, risca-de-giz ou "pinstripes" não são bem uma novidade, pois já existiram uniformes juventinos com esta característica (mas jamais equipando o time de futebol profissional). Nem são algo exatamente moderno. Mas deram o diferencial a este modelo. O desenho mostra que há um degradé próximo à barra da camisa, formando uma espécie de listrado cinza e branco, que não prejudica nem destoa do conjunto, pois é bem discreto. Novamente, ganha pontos por não levar nenhum detalhe em dourado. Chega de dourado!
A Super Bolla tem ainda mais três vantagens sobre as fornecedoras anteriores: criou camisas também nas versões EGG e EXGG para os juventinos que comem muita massa, e também as camisas feminina e infantil. Isso era uma necessidade há muito tempo, e a tendência é que façam sucesso.
O que apareceu até agora agradou a maioria dos juventinos. É claro que tudo pode mudar se as camisas de verdade não forem fiéis aos desenhos e apresentarem problemas de modelagem, caimento, cor etc. Não é o que se espera, pois a marca não é conhecida por esse tipo de problema. Além disso, o patrocinador do Juventus não tem um logotipo daqueles que destrói a camisa de tão berrante e multicolorido. Então, tudo leva a crer que na vida real as camisas sejam sim tão belas quanto nestes desenhos aí!
As camisas devem chegar às lojas na próxima semana, mas já estão em pré-venda na loja virtual da marca. Quem não for adepto de comprar pela internet, pode esperar e comprar pessoalmente na Camiseteria di Mooca ou na Grená e Branco, que receberão os mantos para vender.
Com pouquíssimo tempo para trabalhar após o anúncio da assinatura do contrato com o Juventus, a Super Bolla não fez feio e conseguiu apresentar a sua criação bem a tempo da estreia do time no Paulistão da Série A3.
Por enquanto, a camisa real só será vista domingo, na Rua Javari, contra o Osasco. Por enquanto, foram divulgadas somente ilustrações das camisas, acompanhadas de breves descrições. Vamos à elas:
A camisa número um do Juventus-SP traz como cor base o grená que já é tradicional do clube, possui um estilizado em degrade da base pro centro, detalhes brancos aparecem na gola e no barrado das mangas.
Produzido em poliéster, a camisa conta com a tecnologia Dry-Ice®, que deixa o tecido leve, confortável e proporciona alta absorção do suor do corpo, mantendo-o seco e em temperatura estável.
AVALIAÇÃO: A camisa segue o estilo tradicional do Juventus e o fato de não ter o escudo no centro, bem como nenhum detalhe dourado, já é motivo de grande alívio. As camisas grenás estavam engessadas na mesmice da Deka e precisavam de algum respiro. O degradé em tons de grená é feito a partir de pontos, que lembram a retícula, aquele modo de impressão de jornais em que as imagens são formadas por pontinhos. Também lembram, um pouco, a camisa da Umbro de 2013, que possuía uma textura semelhante. O único senão é que, quando a camisa grená vier acompanhada de calções grenás, poderá haver uma diferença de tonalidade, deixando o uniforme meio esquisito.
O manto número dois do Juventus-SP possui a cor branca como base e conta com finas listras verticais na cor grená, cor essa que aparece novamente na gola e no barrado das mangas.
Produzido em poliéster, a camisa conta com a tecnologia Dry-Ice®, que deixa o tecido leve, confortável e proporciona alta absorção do suor do corpo, mantendo-o seco e em temperatura estável.
AVALIAÇÃO: acho bastante válido inovar, variar, ousar no desenho da camisa branca. Ela não precisa ser sempre simplesmente o inverso da camisa titular. Como o nosso grená é clássico e quase intocável (ou imexível, como diriam alguns), mexer na camisa branca é a opção. Todo time que tem uma cor de camisa escura como titular geralmente tem uma branca de reserva. Por que não dar um toque especial nela? A SuperBolla resolveu fazer isso. As listras fininhas, risca-de-giz ou "pinstripes" não são bem uma novidade, pois já existiram uniformes juventinos com esta característica (mas jamais equipando o time de futebol profissional). Nem são algo exatamente moderno. Mas deram o diferencial a este modelo. O desenho mostra que há um degradé próximo à barra da camisa, formando uma espécie de listrado cinza e branco, que não prejudica nem destoa do conjunto, pois é bem discreto. Novamente, ganha pontos por não levar nenhum detalhe em dourado. Chega de dourado!
A Super Bolla tem ainda mais três vantagens sobre as fornecedoras anteriores: criou camisas também nas versões EGG e EXGG para os juventinos que comem muita massa, e também as camisas feminina e infantil. Isso era uma necessidade há muito tempo, e a tendência é que façam sucesso.
O que apareceu até agora agradou a maioria dos juventinos. É claro que tudo pode mudar se as camisas de verdade não forem fiéis aos desenhos e apresentarem problemas de modelagem, caimento, cor etc. Não é o que se espera, pois a marca não é conhecida por esse tipo de problema. Além disso, o patrocinador do Juventus não tem um logotipo daqueles que destrói a camisa de tão berrante e multicolorido. Então, tudo leva a crer que na vida real as camisas sejam sim tão belas quanto nestes desenhos aí!
As camisas devem chegar às lojas na próxima semana, mas já estão em pré-venda na loja virtual da marca. Quem não for adepto de comprar pela internet, pode esperar e comprar pessoalmente na Camiseteria di Mooca ou na Grená e Branco, que receberão os mantos para vender.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Camisa da Copinha
O Juventus não brilhou, mas também não fez tão feio como muitos temiam - especialmente no último jogo, contra o Figueirense.
E quanto àquilo que nos interessa neste blog (o uniforme), o Juventus foi com Deka mais uma vez. Sem contrato de fornecimento com nenhuma empresa, o Moleque Travesso encomendou os fardamentos, para ter roupa para usar durante a Copinha. Enquanto isso, negociava e fazia propostas para definir a camisa para a Série A3.
A Rua Javari voltou a ser sede da Copa São Paulo de Futebol Junior após dez anos e tudo virou festa. Porém, com o time ainda tentando encontrar a melhor formação, o grupo, que não era tão complicado, tornou-se difícil.
O saldo não parece dos piores: nenhuma derrota, uma vitória contra o Tarumã (nada mais que a obrigação), um empate contra o Santo André (e dois pontos desperdiçados) e, finalmente, uma atuação convincente contra o Figueirense, demonstrando poder de reação, bom toque de bola e boas armações de jogadas, atrapalhadas pela arbitragem. Por aquele segundo tempo combativo, merecia vencer. Mas, colocando toda a campanha na balança, o Juventus não merecia a classificação.
Enquanto a imprensa descobria uma nova peça para o folclore juventino - a premiação em esfihas para o melhor jogador, escolhido pela equipe de transmissão da Web Rádio Mooca, e patrocinada pela Esfiha Juventus, tradicional restaurante árabe do bairro - a torcida fez os seus protestos contra a "gourmetização" do futebol. Nada a ver com as esfihas, é claro... no caso, a reclamação é com as "coxinhas".
E quanto àquilo que nos interessa neste blog (o uniforme), o Juventus foi com Deka mais uma vez. Sem contrato de fornecimento com nenhuma empresa, o Moleque Travesso encomendou os fardamentos, para ter roupa para usar durante a Copinha. Enquanto isso, negociava e fazia propostas para definir a camisa para a Série A3.
A camisa da Copinha é quase igual ao modelo lançado em setembro do ano passado, com a gola, punhos e números dourados. A única diferença é a ausência das listras em tons de grená. O uniforme branco não chegou a ser utilizado.
Assinar:
Postagens (Atom)





















.jpg)
.jpg)
.jpg)












