Muito antes de se falar em SAF e clube empresa, já existia a ideia de profissionalizar a gestão do futebol nos clubes. Neste vídeo, nós vamos lembrar de experiências passadas que o Juventus teve, com a Euroexport, o Grupo Pão de Açúcar e a Planinvesti/Clube Atlético Diadema. Também comentaremos o quase acordo com o MTDF-Meu Time de Futebol.
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2022
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Camisa grená de 2003
Mais uma contribuição de um "amigo internauta" (como diria Cleber Machado) para o blog. O leitor Luciano Rossi nos escreveu enviando uma foto da camisa do Juventus que ele possui. Diz ele:
Aí está a camisa do Luciano. Fabricada pela simpática Koontz, confecção do Brás, patrocinada pela Euro Export (que era a controversa parceira e gestora do futebol profissional). Já mostramos a branca, aqui no blog, uma vez. Além de um terceiro modelo, horrível, da mesma época. Agora mostramos a grená.

Também tenho uma grená na minha coleção. É essa aí abaixo. O Alex, que a usava, era zagueiro.


A camisa que era extremamente simples, mas bonitinha. Em campo era dureza. O regulamento da época não era dos mais agradáveis para os times menores. Depois de mais ou menos meia dúzia de rodadas classificatórias, os bonitões iam para as chaves eliminatórias, enquanto os pobres coitadinhos iam para - literalmente - o mata-mata: o torneio da morte. O último colocado desse quadrangular era rebaixado e o campeão do torneio da morte, adivinhem só, não ganhava porcaria nenhuma. O Juventus escapou de ser rebaixado e se garantiu por mais um ano na A1.
O que marcou mesmo naquele ano foi o fato de o SBT ter adquirido os direitos do campeonato, causando uma briga jurídica entre a Federação e a Globo, que entendia ter preferência pelos direitos de transmissão. O SBT marcou os horários dos jogos para bater de frente com a programação global e, quando a Globo conseguiu autorização para transmiti-los, teve que fazer malabarismos na sua programação para encaixar os jogos, que entravam bem na hora das novelas.
Comprei essa camisa em 2003, na loja dentro do clube. Talvez um dos uniformes mais lindos do Brasil, camisa grená e calção branco.
Em 88 joguei na rua Javari contra o Juventus, era um torneio parecido como esses sub 15 de hoje, eu jogava no Guapira.
Aí está a camisa do Luciano. Fabricada pela simpática Koontz, confecção do Brás, patrocinada pela Euro Export (que era a controversa parceira e gestora do futebol profissional). Já mostramos a branca, aqui no blog, uma vez. Além de um terceiro modelo, horrível, da mesma época. Agora mostramos a grená.
Também tenho uma grená na minha coleção. É essa aí abaixo. O Alex, que a usava, era zagueiro.


A camisa que era extremamente simples, mas bonitinha. Em campo era dureza. O regulamento da época não era dos mais agradáveis para os times menores. Depois de mais ou menos meia dúzia de rodadas classificatórias, os bonitões iam para as chaves eliminatórias, enquanto os pobres coitadinhos iam para - literalmente - o mata-mata: o torneio da morte. O último colocado desse quadrangular era rebaixado e o campeão do torneio da morte, adivinhem só, não ganhava porcaria nenhuma. O Juventus escapou de ser rebaixado e se garantiu por mais um ano na A1.
O que marcou mesmo naquele ano foi o fato de o SBT ter adquirido os direitos do campeonato, causando uma briga jurídica entre a Federação e a Globo, que entendia ter preferência pelos direitos de transmissão. O SBT marcou os horários dos jogos para bater de frente com a programação global e, quando a Globo conseguiu autorização para transmiti-los, teve que fazer malabarismos na sua programação para encaixar os jogos, que entravam bem na hora das novelas.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Camisa de 2001
Marcos Dener, Márcio Careca, Alex Alves, Edvaldo, Éder... esses eram alguns nomes do bom time do Juventus montado entre 2000 e 2002.
O uniforme desta fase era peculiar por trazer numeração nas mangas. Com manga comprida ficava até interessante. No peito e nas costas o logotipo da parceira Euroexport, sem destaque para a fabricante. Era fabricado por uma empresa chamada Battaglia.
O uniforme desta fase era peculiar por trazer numeração nas mangas. Com manga comprida ficava até interessante. No peito e nas costas o logotipo da parceira Euroexport, sem destaque para a fabricante. Era fabricado por uma empresa chamada Battaglia.
sábado, 5 de novembro de 2011
A camisa do Wellington Paulista
Jogador que tem orgulho de suas origens mooquenses, Wellington Paulista estreou no futebol profissional vestindo a camisa do Juventus, em 2003.
Naquela época o Moleque Travesso tinha parceria com a Euroexport, que acabou não dando certo. Nenhuma campanha memorável e um triste hiato entre uma histórica participação no Brasileiro da Série C e um rebaixamento à segunda divisão paulista.
Enfim, voltando ao assunto, Wellington Paulista debutou vestindo um modesto manto fabricado pela pequena marca Koontz, que vestia o Juventus naquela época.
E eis que apareceu uma camisa dessa época, e personalizada com o nome do atacante. Luís Santana, colecionador de camisas do Rio de Janeiro, conseguiu uma rara peça, na cor branca, envergando o número 29 nas costas. Veja as fotos abaixo:


Ano: 2003
Fabricante: Koontz
Patrocínio: Euroexport
Esse modelo de uniforme até hoje é vendido como camisa de torcedor em lojas como a Camiseteria di Mooca.
Já havíamos mostrado no blog uma outra camisa da Koontz, com patrocínio da Euroexport, também usada no mesmo período, mas não no Campeonato Paulista.
Faça como o Luís Santana, se você possui alguma camisa do Juventus e quer que ela seja mostrada aqui no blog, escreva para hamilton@juventus.com.br. Não precisa ser uma camisa rara, antiga, nada disso. Basta você ter alguma boa história para contar sobre ela.
Naquela época o Moleque Travesso tinha parceria com a Euroexport, que acabou não dando certo. Nenhuma campanha memorável e um triste hiato entre uma histórica participação no Brasileiro da Série C e um rebaixamento à segunda divisão paulista.
Enfim, voltando ao assunto, Wellington Paulista debutou vestindo um modesto manto fabricado pela pequena marca Koontz, que vestia o Juventus naquela época.
E eis que apareceu uma camisa dessa época, e personalizada com o nome do atacante. Luís Santana, colecionador de camisas do Rio de Janeiro, conseguiu uma rara peça, na cor branca, envergando o número 29 nas costas. Veja as fotos abaixo:


Ano: 2003
Fabricante: Koontz
Patrocínio: Euroexport
Esse modelo de uniforme até hoje é vendido como camisa de torcedor em lojas como a Camiseteria di Mooca.
Já havíamos mostrado no blog uma outra camisa da Koontz, com patrocínio da Euroexport, também usada no mesmo período, mas não no Campeonato Paulista.
Faça como o Luís Santana, se você possui alguma camisa do Juventus e quer que ela seja mostrada aqui no blog, escreva para hamilton@juventus.com.br. Não precisa ser uma camisa rara, antiga, nada disso. Basta você ter alguma boa história para contar sobre ela.
sábado, 16 de julho de 2011
Camisa vermelha de treino
Já que falávamos de camisas de treino, aqui trazemos uma do nosso acervo particular. Este modelo é do comecinho da era Euroexport, ainda com uniformes da Finta (depois passariam a ser fabricados pela pequena Koontz).


Admito que não tem lá muita graça, aliás, é até meio feia. Acho que a cor não orna muito com o clube.


Admito que não tem lá muita graça, aliás, é até meio feia. Acho que a cor não orna muito com o clube.
domingo, 27 de março de 2011
2003 - a era Euroexport
Vivemos em 2011 um período bastante turbulento. A parceria entre o Juventus e o Grupo Planinvesti não vem dando os frutos esperados por ambas as partes.
O Moleque Travesso já tem um histórico com parcerias complicadas.
Nos primeiros anos do século XXI, a empresa de marketing esportivo Euroexport firmou um acordo com o clube grená e explorou (literalmente, nos dizeres de um boletim emitido ao final da gestão Armando Raucci da presidência do Juventus) a equipe profissional e as categorias de base. É que não havia contrato de compensação financeira com o clube, e jogadores importantes como os zagueiros Luisão e Alex, hoje da Seleção Brasileira, foram vendidos sem que o Juventus lucrasse com isso.
A polêmica parceria com a Euroexport teve um fim melancólico. O Juventus foi rebaixado para a série A2 em 2004. Na época, houve rumores de que o clube fecharia seu departamento de futebol profissional. Mas o Juventus se reorganizou, mandou a Euroexport embora e voltou à elite paulista, conquistando o título da A2, em 2005.
Mas estou me desviando do assunto.
Aqui quero falar daquela que éprovavelmente a camisa mais horrorosa que o time profissional do Juventus já vestiu em 87 anos de existência (tem também aquela feiosa da era Pão de Açúcar, mas aquela era das categorias de base).


Esta camisa é de 2003, pertence ao xará Hamilton Pontes e possui detalhes horripilantes. Uma faixa branca nas laterais, o escudo no centro (diagramação odiada pelos torcedores, que preferem o distintivo no lado do coração) e a desnecessária inscrição do nome do clube na barriga, como se precisasse de apresentações.
UPDATE (16/07/2016): Este texto é antigo, de 5 anos atrás, e refiz meu juízo com relação a esta camisa. É bastante confortável, tem o tom correto de grená (algo que nem todas as marcas são capazes de acertar) e sua aparência no corpo é bem melhor do que esticada, como nas fotos. Não tinha essa camisa na época, hoje possuo 3 peças, e, nesse tempo de colecionismo aprendi muito sobre como os clubes acertam seus contratos de fornecimento e escolhem os desenhos dos uniformes. Retrato-me com a Koontz, pois hoje refiz meus conceitos e gosto mesmo - de verdade - das camisas que fabricaram para o Juventus.
Fala o dono da camisa:
Ano: 2003
Fabricante: Koontz
Patrocínio: Euroexport
O Moleque Travesso já tem um histórico com parcerias complicadas.
Nos primeiros anos do século XXI, a empresa de marketing esportivo Euroexport firmou um acordo com o clube grená e explorou (literalmente, nos dizeres de um boletim emitido ao final da gestão Armando Raucci da presidência do Juventus) a equipe profissional e as categorias de base. É que não havia contrato de compensação financeira com o clube, e jogadores importantes como os zagueiros Luisão e Alex, hoje da Seleção Brasileira, foram vendidos sem que o Juventus lucrasse com isso.
A polêmica parceria com a Euroexport teve um fim melancólico. O Juventus foi rebaixado para a série A2 em 2004. Na época, houve rumores de que o clube fecharia seu departamento de futebol profissional. Mas o Juventus se reorganizou, mandou a Euroexport embora e voltou à elite paulista, conquistando o título da A2, em 2005.
Mas estou me desviando do assunto.
Aqui quero falar daquela que é


Esta camisa é de 2003, pertence ao xará Hamilton Pontes e possui detalhes horripilantes. Uma faixa branca nas laterais, o escudo no centro (diagramação odiada pelos torcedores, que preferem o distintivo no lado do coração) e a desnecessária inscrição do nome do clube na barriga, como se precisasse de apresentações.
UPDATE (16/07/2016): Este texto é antigo, de 5 anos atrás, e refiz meu juízo com relação a esta camisa. É bastante confortável, tem o tom correto de grená (algo que nem todas as marcas são capazes de acertar) e sua aparência no corpo é bem melhor do que esticada, como nas fotos. Não tinha essa camisa na época, hoje possuo 3 peças, e, nesse tempo de colecionismo aprendi muito sobre como os clubes acertam seus contratos de fornecimento e escolhem os desenhos dos uniformes. Retrato-me com a Koontz, pois hoje refiz meus conceitos e gosto mesmo - de verdade - das camisas que fabricaram para o Juventus.
Fala o dono da camisa:
A marca é Koontz, e representou o fim da era Euro Export. Nestes tempos nosso centroavante era Wellington Paulista.
Sou Hamilton Valvo C. Pontes, paulistano do bairro da Mooca, de origem imigrante e operária. A vida me levou para longe das Ruas Pedro de Lucena, João Caetano, Olímpio Portugal, Javari, dentre outras, mas não foi capaz de apagá-las de minha memória.
Grande abraço aos meus amigos em Santos - Gilmar, Ricardo "Jabuca", Rafael, Everton "Bauru" e PSF, o homem sem passado!
Ano: 2003
Fabricante: Koontz
Patrocínio: Euroexport
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