Vamos conhecer nesse vídeo camisas do Juventus patrocinadas pela rede de lojas Armarinhos Fernando
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quinta-feira, 11 de novembro de 2021
quinta-feira, 16 de junho de 2011
1997 - Vice-Campeão da Série C


Em 1997 o Juventus fez uma grande campanha na Série C do Brasileirão. Conduzido pelo treinador Écio Pasca, conseguiu atingir uma sequência de 12 jogos sem perder, que começou com um empate por 1 a 1 com o Rio Branco, na Javari, no dia 30 de agosto e só terminou na derrota por 2 a 1 para o Tupi (MG), em 9 de novembro. Foram dez vitórias e apenas dois empates. As informações são da Federação Paulista de Futebol.
Terminou o torneio na segunda colocação, atrás do Sampaio Correia, e ascendeu à Série B em 1998, quando fez seu primeiro e único jogo na história no estádio do Maracanã - mas esta já é outra história.
A camisa da campanha vitoriosa de 1997 era fabricada pela Uhlsport e levava o patrocínio da tradicional loja mooquense de artigos esportivos Estação do Esporte, nas costas. Durante a competição, o Moleque Travesso recebeu investimento da rede Armarinhos Fernando - que, aliás, tem uma grande loja na Rua Taquari, a poucos metros do Estádio Conde Rodolfo Crespi.
Nas fotos lá em cima, enviadas pelo xará Hamilton Pontes, vemos um modelo sem o patrocínio dos armarinhos.
E nas fotos aqui embaixo, uma camisa da minha coleção, com todos os patrocínios.
Pelas imagens se percebe que a textura do padrão do pano mudou de um modelo para o outro. As camisas eram enormes, largas e compridas, como era a "moda" da época, com gola pólo grená e distintivo bordado. O logotipo do patrocinador nas costas era pintado com uma tinta que saía a cada lavagem...
O uniforme reserva era bem curioso e diferente, mas dele também falaremos em outra ocasião.
Este post dedicamos à memória de Oscar Pires, conselheiro do C.A. Juventus falecido nesta data.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Camisa de 1996 - marca Goalkeeper
Em 1996 o Juventus estava disputando a Série A1 do Campeonato Paulista (aquele dos pontos corridos, superchato, que só os palmeirenses gostaram) e costumava jogar com Gilmar, Anderson, Camilo, Serjão e Nenê, Sergio Guedes, Luizão, Ramos e Fabiano Souza, Fernando Diniz e Raudnei.
Naquele ano bom apenas para o torcedores do verde e para a Parmalat, o Moleque Travesso vestiu uniformes de uma marca misteriosa, que desapareceu sem deixar vestígios: Goalkeeper, que também estampava na camisa a abreviatura GK.
Essa marca também forneceu camisas para a Ferroviária, portanto, para os dois clubes grenás que disputaram o Paulistão daquele ano.

As características principais da camisa eram os diversos desenhos do distintivo do clube, como uma espécie de estampa de fundo, típico dos anos 90, a gola pólo branca, aberta, bem ao estilo da época, e o número nas costas dentro de um quadrado branco - detalhe, ao meu ver, bastante desnecessário.

A camisa começou, como de costume no Juventus, limpa de patrocínios, mas durante o ano recebeu a marca da rede de lojas Armarinhos Fernando, que no fim de 1996 se tornaria conhecida nacionalmente após patrocinar a camisa da Portuguesa, vice-campeã do Brasileirão.

Sobre a marca Goalkeeper, há quem diga que essa empresa pertencia ao goleiro Zetti. Pode até ser, afinal, quem teria uma ideia tão brilhante de batizar uma marca de camisa com o nome inglês para goleiro senão um goleiro? Talvez pensasse em fazer rivalidade à marca Penalty, sei lá.

Se a GK era do Zetti ou não, não consegui descobrir. O que pude investigar é que a razão social da sociedade era Peras Confecções, e que realmente já encerrou suas atividades.
Naquele ano bom apenas para o torcedores do verde e para a Parmalat, o Moleque Travesso vestiu uniformes de uma marca misteriosa, que desapareceu sem deixar vestígios: Goalkeeper, que também estampava na camisa a abreviatura GK.
Essa marca também forneceu camisas para a Ferroviária, portanto, para os dois clubes grenás que disputaram o Paulistão daquele ano.

Esta camisa de 1996 da foto pertence ao Juventino Hamilton Pontes, que pede para dedicarmos este post a seus pais Hamilton e Anna e à esposa Vivi.
As características principais da camisa eram os diversos desenhos do distintivo do clube, como uma espécie de estampa de fundo, típico dos anos 90, a gola pólo branca, aberta, bem ao estilo da época, e o número nas costas dentro de um quadrado branco - detalhe, ao meu ver, bastante desnecessário.

A camisa branca em ação, durante a derrota por 4 a 1 contra o quase imbatível Palmeiras montado pela Parmalat.
A camisa começou, como de costume no Juventus, limpa de patrocínios, mas durante o ano recebeu a marca da rede de lojas Armarinhos Fernando, que no fim de 1996 se tornaria conhecida nacionalmente após patrocinar a camisa da Portuguesa, vice-campeã do Brasileirão.

Esta camisa com patrocínio pertence ao acervo do blogueiro.
Sobre a marca Goalkeeper, há quem diga que essa empresa pertencia ao goleiro Zetti. Pode até ser, afinal, quem teria uma ideia tão brilhante de batizar uma marca de camisa com o nome inglês para goleiro senão um goleiro? Talvez pensasse em fazer rivalidade à marca Penalty, sei lá.

O estranho nome Goalkeeper acabava se tornando apropriado quando aparecia nos uniformes dos goleiros. Aqui vemos Gilmar durante os treinamentos.
Se a GK era do Zetti ou não, não consegui descobrir. O que pude investigar é que a razão social da sociedade era Peras Confecções, e que realmente já encerrou suas atividades.
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